Category: Palmela

As vitórias e derrotas na Península de Setúbal

27 de Outubro 2021

Inês de Medeiros reforça vitória em Almada

Inês de Medeiros consegue reforçar a vitória em Almada, mantendo assim a Câmara na gestão do PS

A CDU, com Maria das Dores Meira, mantém os mesmos quatro eleitos na Câmara, ao recolher 21 006 votos, e uma percentagem de 29,69%.

CDU vence em Sesimbra mas sem maioria absoluta

Francisco Jesus reeleito. PS ganhou Freguesia de Quinta do Conde. Chega elegeu um vereador

No total dos votos, a CDU obteve 34,5% e três vereadores, o PS ficou com 30% e também três vereadores. O sétimo vereador ficou para o Chega, que foi a terceira força mais votada, à frente do PSD e do movimento independente Sesimbra Unida.

O PS conseguiu conquistar a Junta de Freguesia da quinta do Conde, a maior do concelho, sendo que nas outras duas a CDU segurou a maioria absoluta.

CDU pode perder Moita para o PS

Carlos Albino novo Presidente da Câmara da Moita

PS e já ganhou freguesias da Moita, Alhos Vedros e Gaio Rosário

Joaquim Santos sobe votação no Seixal

Henrique Freire, do Chega, foi eleito vereador na Câmara do Seixal, com 8,07% (5 022 votos) sendo o único eleito do partido de André Ventura no Distrito de Setúbal. Consegue assim ultrapassar o Bloco de Esquerda, que não elege Francisco Morais.

O comunista Joaquim Santos é reeleito presidente da Câmara do Seixal, com 23 485 votos, o que lhe confere 37,74%, e cinco mandatos (36,54% em 2017). O PS, com Eduardo Rodrigues como cabeça-de-lista obteve 19 204 votos que resulta em 4 mandatos e uma percentagem 30,86.

O PSD, elege Bruno Vasconcelos com 5 795 votos (9,31%).

Na votação para a Câmara, o PS vence na Freguesia de Fernão Ferro, e a CDU na União de Freguesias de Seixal/Arrentela/Aldeia de Paio Pires, na Amora e em Corroios.

Álvaro Amaro dá novo triunfo à CDU em Palmela mas ainda não chega à maioria absoluta

A CDU estás prestes a reeditar mais uma vitória com Álvaro Amaro em Palmela, mas pode não alcançar a maioria absoluta que perdeu há quatro anos.

Carlos de Sousa, cabeça-de-lista pelo Movimento Independente pelo Concelho de Palmela, é eleito para a vereação. Já José Calado, pelo MIM/CDS, perde o lugar que ocupava no executivo.

O PS, segunda força mais votada para a Câmara Municipal, mantém a Junta de Palmela e conquosta a Junta de Quinta do Anjo à CDU.

A CDU mantém as juntas de Pi hal Novo e da União das Freguesias de Poceirão e Marateca.

PS à frente no Montijo mas deve perder maioria absoluta

O PS, com Nuno Canta, lidera a votação para a Câmara Municipal do Montijo, mas está em risco de perder a maioria absoluta reconquistada há quatro anos.

A coligação PSD/CDS/Aliança é neste momento a segunda força política mais votada.

A CDU conquistou a Junta de Freguesia de Sarilhos Grandes ao PS.

CDU à frente em Setúbal deve vencer com maioria relativa

André Martins garante CDU na Câmara Municipal de Setúbal com maioria relativa

Na votação para a Câmara Municipal a CDU tem mais 1100 votos do que o PS e para a Assembleia Municipal essa vantagem é de 1050 votos.

Com estes resultados, a CDU tem garantidos 5 vereadores, o PS 4 e o PSD 2.

BARREIRO

Festa da Vindimas Palmela 2021

5 de Setembro 2021 Palmela é vinho, gentes e tradição

Comissão da Festa das Vindimas

“Festejaremos como for possível. De forma contida, medida, calculada para assegurar que poderemos voltar a fazê-lo como antigamente. Não deixaremos de a assinalar.
Recebamos com orgulho a nossa nova Rainha! Brindemos à vida no nosso Mercado de Vinhos!
Escolhamos uma das provas desportivas para participar! Assistamos aos espetáculos que for possível proporcionar!
Mas sempre com a alegria e bairrismo que nos caracteriza, porque afinal…
… as Vindimas somos todos Nós!!!”

5 de Setembro 2021

PISA DA UVA E BÊNÇÃO DO 1º MOSTO

veja mais no Facebook :::::>CIBERSUL

“Este é um ano com um vinho abençoado”

Diário do Distrito Setembro 5, 2021

Em ano atípico, as tradicionais Festas das Vindimas, estão a decorrer na vila de Palmela, uma das mais importantes festas do concelho que move todos os anos milhares de visitantes durante 5 dias. A organização das festas este ano decidiu avançar com a edição, mas noutro formato e modelo, mais restritivo devido à condição pandémica que Portugal atravessa.

Este domingo de manhã, todos os caminhos foram dar ao Largo do Município, em Palmela, para a tradicional pisa da uva, pelas 11h00, deu-se inicio a uma pisa que foi acompanhada pelas memórias dos hinos das festas, desde 1974 até aos dias de hoje.

A Sociedade Filarmónica Humanitária, levou o seu cavalinho que se fez acompanhar por elementos das marchas e que brindaram o público presente com muita música e memórias de outros tempos. Perto das 12h00, o Grão-Mestre da Confraria do Moscatel de Setúbal, o enólogo Filipe Cardoso, dava a boa nova: “Este é um ano que mais uma vez no dá um vinho abençoado”, no fraco som instalado para a ocasião, ouviu-se que a colheita de 2021 terá vinhos com 13.25.

Depois de anunciado o grau da uva, foi tempo de levar ao altar improvisado em frente à Igreja de S. Pedro, várias pipas que transportaram o 1º Mosto, que foi abençoado pelo pároco local. Vinho esse que é todos os anos oferecido para as missas daquela paróquia.

Veja mais em ::::> Diário do Distrito

Censos 2021: Península de Setúbal com mais 29 mil e Litoral Alentejano perde pouco em dez anos

PorLusa29/07/2021

O Barreiro foi o único concelho a perder população residente na Península de Setúbal, e Moita e Almada crescem muito pouco. No geral, a península regista um aumento da população de 3,8% (mais 29 290 habitantes), passando de 779 99 residentes em 2011 para 808 689 residentes em 2021.

Palmela é o concelho da península que registou maior aumento da população residente

De acordo com os dados dos Censos de 2021 divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o Barreiro tem menos 462 residentes (-0,5%) do que há dez anos, passando de um total de 78 764 pessoas em 2011 para os actuais 78 362 residentes naquele concelho da zona ribeirinha do Tejo.

Segundo os dados sobre a Variação da População Residente nos últimos dez anos, entre 2011 e 2021, no polo oposto, com maior aumento da população residente, de cerca de 9%, estão os municípios de Alcochete, do Montijo e de Palmela.

Alcochete teve um aumento de 1 579 residentes (9%), passando de uma população de 17 569 pessoas, em 2011, para as actuais 19 148, tal como o município do Montijo, que passou de 51 222 residentes para 55 732, o que significa que tem mais 4 510 pessoas (aumento de 8,8%) face aos censos de 2011.

Palmela foi o concelho da Península de Setúbal que registou o maior aumento da população residente nos últimos dez anos, passando de 62 831 residentes em 2011 para agora 68 879, o que representa um acréscimo de mais 6 048 habitantes (9,6%).

Acima do aumento médio nos nove municípios da Península de Setúbal, que foi de 3,8%, estão também os municípios do Seixal, com um aumento da população residente de 6%, e de Sesimbra, com 5,3%.

Veja mais em ::::>o Setúbalense

Eleições Presidenciais 2021

17 de Janeiro 2021

ALMADA

José João Pires

“Fila enorme no Pavilhão Municipal de Almada para votar presidenciais antecipadamente. Não posso ir cortar o cabelo por marcação ao Ze Barbeiro e para aqui já se pode andar em fila até ao cimo da rua! Porque não adiaram as eleições?Sou crítico tal como nas baldas pelo Natal que deu no que deu! Depois não se queixem! Haja coerência!”

Ermelinda Toscano

“Voto antecipado em mobilidade no concelho de Almada. Muitas dezenas, muitas mesmo, numa fila enorme durante a manhã. Era assim às 10:30H e agora às 12:15H ainda está pior. Desisti de votar hoje. Deve ser mais descansado no próximo domingo.”

Ana Bely Mayan

https://www.facebook.com/100009224416910/videos/2797984607185659

Paulo Gomes

https://www.facebook.com/paulo.gomes.315428/videos/3558950614222143

Helder Pereira

Pedro Guerreiro

“São 18:30 da tarde isto está assim desde manhã para votar.fds para o António costa”

SEIXAL

Carlos Dias

“É vergonhoso este cenário. Uma autêntica falta de civismo e de consciência nesta situação de Estado De Emergência… Voto antecipado nas instalações da CMS.
Vai Ficar TUDO BEM ( Só que NÃO)”

Cristina Pereira

Não entendo explicação para este disparate.Votar antecipadamente no pico da 3a vaga Covid19 e o cenário é este junto à CM Seixal.Impedir propagação de vírus é tarefa impossível perante comportamentos como este. Por mais leis, regras, restrições, os números da pandemia em Portugal não reduzirão nem se evitará a ruptura do SNS previsto para muito breve. Apenas o comportamento individual que fará a diferença, e, definitivamente, aqui não está correcto”

Pedro Filipe Tomás

“Felizmente o vírus é um peão e só se desloca para a frente… há civismo e respeito pelas regras por parte dos eleitores que guardam a distância na fila. Contudo, faltou a esta assembleia de voto contemplar que se as filas são lado a lado também as pessoas ficam a escassos centímetros umas das outras…”

MONTIJO

Helder Simoes

Eleitores de Palmela queixam-se de falta de organização

ão várias as pessoas do concelho de Palmela que solicitaram ao abrigo do voto antecipado, a reclamar das longas filas na única mesa de voto que foi instalada na Escola Preparatória Hermenegildo Capelo, em Palmela.

Os relatos estão a ser deixados nas redes sociais com as fotografias e onde informam que estão desde as 10h30 numa fila indeterminável para que possam votar antes do próximo domingo, 24 de janeiro.

vEJA MAIS EM ::::>Diário do Distrito

11 concelhos do distrito de Setúbal em confinamento parcial

3 de Novembro 2020

“Dever cívico de recolhimento domiciliário” a partir de quarta-feira

Mais 121 concelhos e 7,1 milhões de portugueses ficarão em confinamento parcial a partir de 4 de Novembro, anunciou António Costa no briefing do Conselho de Ministros. O primeiro-ministro confirmou ainda que vai falar com Marcelo Rebelo de Sousa sobre estado de emergência, mas a reunião ainda não está marcada.

Um dos critérios para determinar quais são os concelhos de maior risco que entrarão para o mapa de risco será o dos 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 15 dias, que já serviu para os três concelhos que estão em confinamento. “Este é um critério que se aplica a vários concelhos das zonas metropolitanas de Lisboa e do Porto”, referiu. Este é o critério usado pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças. Situações em que um concelho esteja acima daquele critério em resultado de um surto confinado, por exemplo, de um lar, serão excluídas. É o caso de Alvaiázere, por exemplo. Em sentido inverso, pode haver concelhos que não estão acima dos mais de 240 casos por 100 mil habitantes, mas que são ilhas no conjunto dos concelhos que os rodeiam. “É o caso da Moita, Montijo, Barreiro e Alcochete, que estavam abaixo dos 240, o caso do Sobral de Monte Agraço ou de Viana do Castelo”, disse António Costa, citando outros. A cada 14 dias o Conselho de Ministros revisitará a lista, esperando retirar uns e receando acrescentar outros. “Convém não criar falsas expectativas. Novembro vai ser um mês muito duro”, conta o primeiro-ministro. 

11 concelhos em risco elevado no distrito

Assim, no distrito de Setúbal, só Grândola e Santiago do Cacém ficam de fora dos concelhos considerados “de risco elevado”. Todos os municípios da península de Setúbal e dois concelhos do Litoral Alentejano [Sines e Alcácer do Sal] ficam em confinamento parcial a partir da próxima quarta-feira. Nestes municípios vão ficar abrangidos pelo dever cívico de recolhimento domiciliário, novos horários nos estabelecimentos [que passam a fechar até às 22 horas] e teletrabalho obrigatório, salvo “oposição fundamentada” pelo trabalhador, devido à covid-19.
Também nestes territórios, ficam proibidas as feiras e os mercados de levante, e os eventos e celebrações ficam limitados a cinco pessoas, exceto nos casos em que os participantes pertencem ao mesmo agregado familiar.

“Se nada tivermos a fazer de imperioso, devemos ficar em casa. Claro que podemos sair para ir trabalhar, para ir à escola, para fazer as compras, para fazer algum exercício físico nas proximidades, passear animais de companhia, dar assistência a alguma pessoa que precise, mas a regra não podemos esquecer: devemos ficar em casa”, afirmou António Costa.
De acordo com o primeiro ministro as medidas agora adotadas pelo seu executivo “são as adequadas, as necessárias e as proporcionais face à atual situação do país”.

Contratação de mais enfermeiros para cuidados intensivos

António Costa anunciou, no briefing após o Conselho de Ministros extraordinário realizado neste sábado, que o Serviço Nacional de Saúde vai ser reforçado com um total de enfermeiros dedicados a unidades de cuidados intensivos que poderá chegar a 350 vagas, sendo a sua contratação feita por integração na carreira e não a termo certo, o que o Governo espera incentivar mais candidatos e melhorar a capacidade de resposta à pandemia de Covid-19, que será reforçada com mais 209 camas de cuidados intensivos.
Estas contratações decorrem, segundo António Costa, em paralelo com o concurso para novos médicos para as unidades de cuidados intensivos, estando prestes a entrar no SNS 48 médicos intensivistas e seguindo-se um novo concurso para a formação de mais 46 em Janeiro de 2021.
“Não basta ter ventiladores e quartos de pressão negativa. É fundamental que haja recursos humanos”, disse o primeiro-ministro, anunciando de igual modo a contratação de enfermeiros reformados para as equipas de rastreamento de contactos de infetados com covid-19, em condições idênticas à contratação dos médicos reformados.
António Costa disse que neste momento há 286 doentes com covid-19 internados em unidades de cuidados intensivos, estando ainda disponíveis mais 70 camas exclusivamente para esses doentes. E, apesar de ter admitido alargar esse número com recurso às 505 camas de cuidados intensivos para doentes não-covid, salientou que “teremos dificuldades crescentes” caso se mantenha a pressão sobre o SNS.Desde o início da pandemia, já se confirmaram 141 mil 270 casos e morreram 2507 pessoas. Atualmente, Portugal tem mais de 58 mil casos de covid-19 ativos, sendo a região do Norte e da Grande Lisboa as mais afetadas.

veja mais em ::::> Agência de Notícias

Sem assistentes operacionais, depois de um caso de Covid-19, secundária de Palmela passa 21 turmas para ensino à distância

23 set 2020

Segundo o comunicado da diretora, a escola esteve a funcionar com menos nove assistentes operacionais o que não garantia a higienização dos espaços nem a segurança dos corredores.

Um total de 21 turmas da Escola Secundária de Palmela teve de passar para ensino à distância, depois de ter sido detetado um caso positivo de Covid-19 num assistente operacional. Tal como já tinha acontecido numa escola básica de Lisboa, nas Laranjeiras, a decisão não teve a ver com possíveis contágios entre os alunos, mas antes porque a escola não tinha funcionários suficientes para permanecer aberta. A diretora da secundária, Isabel Ramada, espera ter a situação resolvida até à próxima segunda-feira. Segundo o seu comunicado, partilhado na página de Facebook da escola, o estabelecimento estava na terça-feira a funcionar com menos 9 assistentes operacionais do que o habitual.

O Observador tentou contactar a direção da escola, mas, até ao momento da publicação desta notícia, não foi possível.

Foi às 18h13 que o primeiro comunicado surgiu no site da secundária. “A partir do dia 23 de setembro, e até novas indicações, as turmas 11.º A, 11.º B, 11.º C, 11.º D, 11.º E, 11.º F, 11.º G, 12.º A, 12.º B, 12.º C, 12.º D, 12.º E, 12.º F, 12.º G, 10.º AE_TAR, 10.º GPSI, 10.º GPSI_V, 11.º AI_AS, 11.º GPSI, 11.º TAR_COM e 2.º OI entram no regime de Ensino à Distância. Todas as outras turmas continuam em regime presencial.”

Só já perto da meia-noite surgiu o comunicado, assinado pela diretora onde se explicava o sucedido.

“No dia 11 de setembro um assistente operacional da nossa escola levantou-se de manhã com sintomas febris e, por prevenção, não veio trabalhar. Seguindo o protocolo estabelecido contactou a linha SNS24 que lhe indicou um local para realizar o teste à Covid-19 e ficou em casa em isolamento profilático”, escreve Isabel Ramada. Desde então, não regressou à escola, só tendo sabido do resultado positivo no fim de semana de 19 e 20 de setembro. 

A partir dessa data, e seguindo as indicações do delegado de Saúde, os cinco assistentes operacionais que tiveram contacto mais próximo com o infetado na última semana em que esteve ao serviço ficaram em quarentena profilática. Segundo a diretora, estão assintomáticos e aguardam a realização do teste.

“A escola tem vários assistentes operacionais de atestado médico e ainda sem substituição, e terça-feira, alguns não se apresentaram ao serviço devido ao plenário dos autocarros TST. A escola esteve a funcionar com menos 9 assistentes operacionais sendo que os restantes asseguraram o funcionamento dos corredores desde as 8h00 até às 16h00”, explica a diretora no comunicado.

A partir dessa hora, argumenta, não havia assistentes operacionais disponíveis para assegurar a higienização dos espaços nem a segurança dos corredores pelo que decidiram terminar as atividades letivas pelas 15h40 de terça-feira.

“Com menos 9 assistentes operacionais não conseguimos manter todos os corredores de salas de aula, espaços e os diversos serviços a funcionar em segurança desde as 8h00 até às 18h35. Foi hoje [terça-feira] tomada a decisão de encerrar todas as salas do ‘bloco antigo’ (salas 100 e 200) durante os próximos dias até que possamos ter a substituição de alguns assistentes e os que se encontram em isolamento profilático tenham o resultado dos testes, esperamos, negativos, regressando ao serviço”, conclui Isabel Ramada.

A diretora explica ainda que as 48 turmas da escola não cabem nas salas de aula dos corredores que consegue manter em funcionamento, sendo necessário selecionar algumas turmas para transitarem para regime não presencial: “Quando tivermos um número de assistentes suficientes para voltar a abrir o bloco agora encerrado, estas turmas voltarão ao regime presencial, o que poderá acontecer já na próxima segunda-feira.”

Veja mais em :::::> OBSERVADOR

Autarcas de municípios mais afetados pedem mais meios, coordenação e fiscalização no combate à pandemia

Fernando Medina, Lisboa
1 – Os números não estão a aumentar, mas também não mostram tendência consistente para diminuir. Temos de fazer mais e melhor para reduzir os novos casos.
2 – Temos de ter consciência cívica, individual e coletiva. É essencial ter equipas de saúde no terreno a verificar se o isolamento está a ser observado e se há condições para o manter.

Carlos Carreiras, Cascais
1 – Cascais teve taxas de infeção muito baixas, mas, naturalmente, não é uma ilha. Preocupam os surtos em lares, porque os idosos são a população mais frágil.
2 – Urge que os transportes públicos circulem em respeito pelas normas e que entre em funcionamento a app para quebrar cadeias de transmissão. Mais ainda, importa apoiar os doentes.

Isaltino Morais, Oeiras 
1 – Em Oeiras, cedo iniciámos as medidas de prevenção, à medida das necessidades e sempre em linha com as orientações da DGS e do Governo da República.
2 – Temos reserva de equipamentos de proteção individual e estamos preparados financeiramente para responder a necessidades que surjam. Não queremos ninguém com fome.

Carla Tavares, Amadora
1 – O nosso concelho é o mais pequeno dos 18 municípios e o mais densamente povoado do País. Temos maior propensão para a propagação da epidemia.
2 – Do último Conselho de Ministros saíram medidas essenciais para ajudar a controlar os focos e ajudar-nos a muscular a intervenção. É fundamental manter quadro de contraordenações.

Basílio Horta, Sintra
1 – Sintra registou um decréscimo de casos, só possível graças à implantação de medidas coordenadas entre os municípios e pelo aumento da fiscalização.
2 – O Município de Sintra defende a importância de quebrar as cadeias de transmissão com a maior rapidez e eficiência. Importa também reforçar a fiscalização nos transportes públicos.

Hugo Martins, Odivelas
1 – A situação de Odivelas tem evoluído de forma positiva, sem focos significativos, exceção feita a situações recentes em dois lares da freguesia de Caneças.
2 – Temos pela frente uma corrida de fundo, cujo sucesso será tanto maior quanto maior for a sintonia entre as diversas entidades envolvidas e a responsabilidade de cada cidadão.

Inês de Medeiros, Almada
1 – Não está identificado qualquer surto no concelho. Ainda assim, acompanhamos as autoridades de saúde para uma resposta imediata, se necessário.
2 – Entre as diversas medidas que implementámos, destacamos a ativação dos planos de emergência de proteção civil e emergência social e o Plano Almada Solidário, de 5 milhões €.

Frederico Rosa, Barreiro
1 – Acompanhamos a situação com cautela. Temos o Plano Municipal de Proteção Civil ativo desde março e estamos em ligação direta com as autoridades que envolve.
2 – O mais importante é não baixar os braços e cumprir as regras. Os transportes no Barreiro estiveram sempre acima do que era requerido. A ligação entre entidades é essencial.

Joaquim Santos, Seixal
1 – A situação no nosso município está controlada: estamos na 11ª posição, em ordem de grandeza, no número de infetados por 10 mil habitantes.
2 – O Seixal não integra o grupo de municípios com medidas agravadas. Assim sendo, prossegue o plano de contingência e combate à Covid-19 no quatro do Estado de Alerta Municipal.

Fernando Pinto, Alcochete
1 – Temos acompanhado o assunto com assertividade desde o início. Temos a situação controlada, sem, contudo, perdermos o foco deste tema.
2 – Não vejo necessidade de acrescentar medidas face ao que temos vindo a desenvolver. Face aos números, devemos manter a atitude que temos tido até ao momento.

Bernardino Soares, Loures
1 – Não temos novos focos e nos que existiam há diminuição de casos. Temos equipas no terreno, com técnicos, para garantir os apoios às pessoas infetadas.
2 – É urgente reforçar a Unidade de Saúde Pública e as equipas no terreno. Vamos manter a monitorização da oferta de transportes públicos, sobretudo em hora de ponta.

Hélder Sousa Silva, Mafra
1 – A situação tem vindo a agravar-se, pelo que reforçámos as ações de sensibilização e fiscalização, punindo quem infringe as normas em vigor.
2 – É urgente reforçar a fiscalização às infrações, com tolerância zero em cafés, esplanadas, restaurantes. É preciso vigiar os casos ativos da doença e estar muito atento às praias.

Rui Garcia, Moita
1 – Entre outras medidas, reforçámos a desinfeção de espaços públicos, estamos a entregar equipamento de proteção e há regras para os espaços municipais.
2 – É urgente reforçar os transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa e, é claro, investir no Serviço Nacional de Saúde. Se algo ficou claro foi a importância desse serviço.

Nuno Canta, Montijo
1 – Estamos atentos à situação dos lares, onde implementámos medidas de segurança apertadas. Felizmente, só temos um morto a lamentar no Montijo.
2 – Tivemos um pequeno surto nas fábricas de carne, e controlámo-lo rapidamente. Atuámos onde é preciso: nas carrinhas de transportes. É o maior foco de transmissão do vírus. 

Álvaro Balseiro Amaro, Palmela
1 – Não temos surtos ou situações sem controlo. Conhecemos todos os casos e acompanhamo-los diariamente. Os doentes estão todos confinados.
2 – É preciso uma segunda leva de testes em lares de idosos e em centros de acolhimento de grupos vulneráveis. Deveria também haver testes a todos os profissionais do setor educativo.

Francisco de Jesus, Sesimbra
1 – Nunca houve um número elevado de casos e conseguimos evitar surtos ao nível das escolas, creches e lares. A população tem sido exemplar.
2 – É preciso identificar os focos de propagação na região e desenvolver ações dirigidas a essas situações. Também é essencial reforçar os meios ao serviço das forças de segurança.

Alberto Mesquita, Vila Franca de Xira
1 – À data, existem no concelho de Vila Franca de Xira 346 casos ativos de Covid-19. De um total de 965 casos confirmados, são 604 os doentes recuperados.
2 – A evolução da pandemia é acompanhada diariamente com a Autoridade de Saúde local e avaliada em reuniões da comissão de proteção civil, atuando-se em conformidade.

Maria das Dores Meira, Setúbal
1 – Casos estão abaixo da média da Região de Lisboa e Vale do Tejo, mas autarquia mantém uma atividade pró-ativa e próxima das populações e das instituições.
2 – Reforçar o distanciamento social e as restantes regras da Direção-Geral da Saúde; aumentar carreiras dos transportes públicos; controlar os acessos às praias e espaços públicos.

veja mais em :::::> Correio das Manhã

Autoeuropa celebra 3 milhões de unidades produzida

Por Mário Rui Sobral 26/06/2020

Fábrica de Palmela salienta marco histórico e enaltece contributo dos trabalhadores

A Volkswagen Autoeuropa celebrou esta quinta-feira, 25, mais uma marca histórica, ao atingir o número redondo de três milhões de unidades automóveis produzidas.

Em comunicado, a fábrica de Palmela enaltece o feito, lembrando outros momentos marcantes que ficaram para trás e a actual conjuntura difícil, para destacar o papel preponderante dos funcionários da empresa.

“A história repete-se. Celebramos juntos (e em segurança) com os nossos colaboradores. Graças ao seu empenho, resiliência e profissionalismo retomamos a actividade durante uma crise sanitária sem precedentes”, pode ler-se no comunicado da Autoeuropa, que reúne comentários de alguns dos trabalhadores.

Os meses de Junho e Julho, salienta a empresa, são de boa memória para a fábrica de Palmela, até porque ficaram ligados à conquista de outros marcos históricos.

“No dia 16 de Junho de 2003 celebrámos 1.000.000 de carros produzidos, ano que ficou marcado por uma quebra no volume de produção que nos levou à assinatura de um acordo laboral histórico, com a introdução dos downdays”, recorda a produtora de automóveis, acrescentando: “Dez anos depois, a 1 de Julho de 2013, os monitores na montagem marcaram 2.000.000 de unidades produzidas desde o arranque da fábrica em 1995. A fábrica já fazia quatro modelos, Sharan, Eos, Scirocco e SEAT Alhambra, mas adivinhava-se que, em breve, passaria a sair mais um da sua linha de montagem: o T-Roc.”

Agora, e de novo em período difícil – tal como em 2003 –, a fábrica da marca alemã volta a celebrar outro número digno de registo (3 milhões), para o qual muito contribuiu também o novo modelo T-Roc.

Veja mais em ::::> o Setúbalense

ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA EM ESTADO DE CONTINGÊNCIA

25 de Junho 2020

AML

Estado de contingência
Estabelecimentos comerciais encerrados às 20 horas, com excepção de: restauração, supermercados, postos de combustível, clínicas, consultórios, veterinários, farmácias, funerárias e equipamentos desportivos; ajuntamentos com um máximo de 10 pessoas; proibida a venda de álcool nas estações de serviço

Portugal Continental

Estado de Alerta
Confinamento obrigatório para doentes e pessoas em vigilância; distanciamento social, uso de máscara, lotação máxima e higienização dos espaços; ajuntamentos com um máximo de 20 pessoas e proibição de consumo de álcool na via pública

<h3>19 freguesias da AML/h3>
Estado de Calamidade
Dever cívico de recolhimento domiciliário; Feiras e mercados de levante proibidos; ajuntamentos com um máximo de 5 pessoas 19 freguesias abrangidas pelo Estado de Calamidade são: todas dos concelhos de Amadora e Odivelas; Queluz-Belas/Massamá, Monte Abraão/Agualva; Mira Sintra/Algueirão-Mem-Martins, Rio de Mouro, Cacém/São-Marcos; Camarte, Unhos, Apelação, Sacavém-Prior Velho; Santa Clara.

Veja mais em::::> A BOLA

Palmela – Mercado Queijo, Pão e Vinho 2020

Em segurança, encontre os melhores produtos regionais!

Nos dias 27 e 28 de junho e 4 e 5 de julho, visite o Mercado do Queijo, Pão e Vinho, em S. Gonçalo, Quinta do Anjo, e encontre os melhores produtos regionais.

A edição deste ano do Festival Queijo, Pão e Vinho teve que ser cancelada, devido ao surgimento da pandemia que assola o país mas, consciente da importância que este evento tem para a economia local, a organização, a cargo da ARCOLSA – Associação Regional de Criadores de Ovinos Leiteiros da Serra da Arrábida, com o apoio da Câmara Municipal de Palmela e da Junta de Freguesia da Quinta do Anjo, decidiu avançar com esta iniciativa.

Nestes dois fins de semana, entre as 9h00 e as 14h00, as/os visitantes vão poder encontrar os produtores de queijo, pão, vinho e doçaria regional que, habitualmente, participam no Festival, apresentando e vendendo alguns dos melhores produtos da região. Ao visitar o Mercado do Queijo Pão e Vinho, está também a apoiar estes agentes económicos, que viram a sua atividade prejudicada pela pandemia da COVID-19.

A iniciativa não vai contar com os espaços de gastronomia, animação e exposição habitualmente presentes no Festival. Para garantir as distâncias obrigatórias e a segurança de todas/os, os produtores vão repartir-se entre o interior e o exterior do pavilhão da ARCOLSA.

Veja mais em :::::> ROSTOS


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