Category: Aldea do Meco

Investigação ineficaz à tragédia da praia do Meco vale condenação a Portugal

O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) considerou que a investigação à tragédia da praia do Meco, na qual seis alunos da Universidade Lusófona morreram, não respeitou a Convenção Europeia.

Segundo o TEDH, a investigação começou demasiado tarde, não assegurou a integridade das provas e tão pouco teve o cuidado de garantir a recolha imediata de testemunhos importantes.

Nesse sentido, o TEDH condenou o Estado português ao pagamento de uma indemnização de 13 mil euros a José Carlos Soares Campos, pai de Tiago Santos, jovem de 21 anos que foi arrastado por uma onda quando, em 15 de dezembro de 2013, estava a ser praxado no areal do Meco.

José Carlos Soares Campos recorreu ao TEDH depois dos tribunais nacionais terem arquivado o caso com a alegação de que não foi cometido qualquer crime naquela noite de praxe.

Na queixa apresentada nas instâncias europeias, o pai de Tiago sustentava que a investigação às causas da morte dos seis alunos universitários tinha sido ineficaz e também que Portugal não dispunha de uma lei que regulasse as atividades relacionadas com a praxe.

Os sete juízes do TEDH, entre os quais o português Paulo Pinto de Albuquerque, consideraram, numa sentença conhecida nesta terça-feira, que José Carlos Soares Campos tinha razão. “O Tribunal constatou, em particular, que a investigação criminal não cumpriu os requisitos da artigo 2 da Convenção [direito à vida] e observou que várias medidas urgentes poderiam ter sido ordenadas em virtude das consequências imediatas da tragédia”, referem os juízes europeus.SEIS ANOS DEPOIS DA TRAGÉDIA DO MECO, FAMÍLIAS PEDEM JUSTIÇAVER MAIS

Veja mais em :::::> Jornal de Notícias

Correr uma légua como veio ao mundo

A Légua nudista do Meco disputa-se já no próximo dia 16 deste mês.

Um evento sui generis que tem vindo a cativar participantes de ano para ano. O desafio é o de sempre: ‘Corre ou caminha como vieste ao Mundo’. É como quem diz: Todo nu. A corrida da praia do Meco, em Sesimbra, é a única no género. Diferente de todas as outras, por os atletas correrem pelados. Não é, certamente, para todas as mentalidades, mas é uma prova aberta a todos. E tem vindo a aumentar de participantes de ano para ano. Não há muita publicidade e a maioria dos participantes são naturalistas. Começam a surgir alguns atletas, mas a verdade é que a componente competitiva está relegada para segundo plano, embora haja troféus para os primeiros classificados. A proposta é passar uma manhã na praia nudista do Meco. É uma manhã animada e até permite aos atletas tomarem um banhinho de mar antes da partida, apesar do frio que se possa fazer sentir no dia 16, pelas 10h00. Independentemente de participar a correr ou a caminhar, as corridas na praia obrigam sempre a cuidados suplementares. Correr descalço não é uma solução. Ou, melhor, é uma má opção. A organização permite a utilização de meias, ténis e chapéus. Cobrir a cabeça pode mesmo ser importante em caso de um dia de calor. Curioso é o regulamento permitir ‘apenas’ o uso de fraldas a crianças de colo. As senhoras que se sintam incomodadas com o balançar dos seios também podem utilizar um sutiã. De resto, tudo nu. E isso obriga à utilização de protetor solar, principalmente nas partes do corpo que habitualmente estão tapadas… É que basta um pouco de sol para apanhar um escaldão. A organização assegura um local para guardar a roupa e os atletas não têm de se preocupar com o local do dorsal. Este foi substituído por uma pulseira que terá o nome. São 5 km na areia e é preciso treinar… Bons treinos!

Ler mais em: Correio da Manhã

Morre carbonizado em parque de campismo no Meco

Para já, desconhecem-se as causas que provocaram o fogo

Um homem com cerca de 50 anos morreu carbonizado vítima de um incêndio durante a madrugada de quinta-feira no parque de campismo Campimeco, na aldeia do Meco, em Sesimbra. O alerta às autoridades foi dado por volta da 01h00 da manhã, no entanto, o óbito acabou por ser declarado no local, mesmo com a ajuda dos restantes utentes do parque de campismo que tentaram evitar o pior. O CM sabe que a vítima vivia há cerca de cinco anos num dos fabricados que servem o Campimeco, e onde deflagrou o fogo que lhe tirou a vida. No local estiveram a GNR e os Bombeiros Voluntários de Sesimbra. O caso está agora entregue à Polícia Judiciária de Setúbal que está a apurar as causas do incêndio.

Ler mais em: Correio da Manhã

Seo wordpress plugin by www.seowizard.org.