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Festa da Vindimas Palmela 2021

5 de Setembro 2021 Palmela é vinho, gentes e tradição

Comissão da Festa das Vindimas

“Festejaremos como for possível. De forma contida, medida, calculada para assegurar que poderemos voltar a fazê-lo como antigamente. Não deixaremos de a assinalar.
Recebamos com orgulho a nossa nova Rainha! Brindemos à vida no nosso Mercado de Vinhos!
Escolhamos uma das provas desportivas para participar! Assistamos aos espetáculos que for possível proporcionar!
Mas sempre com a alegria e bairrismo que nos caracteriza, porque afinal…
… as Vindimas somos todos Nós!!!”

5 de Setembro 2021

PISA DA UVA E BÊNÇÃO DO 1º MOSTO

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“Este é um ano com um vinho abençoado”

Diário do Distrito Setembro 5, 2021

Em ano atípico, as tradicionais Festas das Vindimas, estão a decorrer na vila de Palmela, uma das mais importantes festas do concelho que move todos os anos milhares de visitantes durante 5 dias. A organização das festas este ano decidiu avançar com a edição, mas noutro formato e modelo, mais restritivo devido à condição pandémica que Portugal atravessa.

Este domingo de manhã, todos os caminhos foram dar ao Largo do Município, em Palmela, para a tradicional pisa da uva, pelas 11h00, deu-se inicio a uma pisa que foi acompanhada pelas memórias dos hinos das festas, desde 1974 até aos dias de hoje.

A Sociedade Filarmónica Humanitária, levou o seu cavalinho que se fez acompanhar por elementos das marchas e que brindaram o público presente com muita música e memórias de outros tempos. Perto das 12h00, o Grão-Mestre da Confraria do Moscatel de Setúbal, o enólogo Filipe Cardoso, dava a boa nova: “Este é um ano que mais uma vez no dá um vinho abençoado”, no fraco som instalado para a ocasião, ouviu-se que a colheita de 2021 terá vinhos com 13.25.

Depois de anunciado o grau da uva, foi tempo de levar ao altar improvisado em frente à Igreja de S. Pedro, várias pipas que transportaram o 1º Mosto, que foi abençoado pelo pároco local. Vinho esse que é todos os anos oferecido para as missas daquela paróquia.

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Advogados criticam Câmara de Almada por queixa-crime contra ocupação ilegal de casas camarárias

Observador 04 set 2021

O advogado que representa 10 arguidos diz que a Câmara poderia ter evitado o recurso ao tribunal pois “dispõe de mecanismos que lhe permitiam resolver o problema da ocupação ilegal das casas”.

Advogados de defesa dos arguidos acusados de ocupação ilegal de casas camarárias na freguesia do Laranjeiro, criticaram esta sexta-feira a Câmara Municipal de Almada por ter avançado com uma queixa-crime em vez de resolver o caso através de procedimentos administrativos.

Alega também, que, ao longo dos últimos três anos, a Câmara Municipal de Almada não só não retirou os processos em causa a alguns moradores que manifestaram a intenção de abandonar os imóveis, como também não fez nada para resolver a situação daqueles que não têm qualquer outro espaço para viver, nem meios para alugar ou adquirir uma habitação.

“Entre os arguidos temos pessoas analfabetas, que nem sequer sabem recorrer aos apoios legais a que possam ter direito, pessoas com problemas de violência doméstica e pessoas com deficiência”, sublinhou.

“Nesta sessão do julgamento também ficou claro que, em 2018, quando os factos ocorreram, não houve nenhuma tentativa, por parte da Câmara Municipal de Almada, de encaminhar estas pessoas, que estavam numa situação de ocupação de fogos municipais”, acrescentou Vasco Barata.

O advogado referiu ainda que “a lei da renda condicionada estabelece, para quem está numa situação de despejo ou numa situação de desocupação, que tem que ser encontrada uma solução de reencaminhamento para uma solução legal de habitação, para que não tenham, única e exclusivamente, a rua como solução. E, para que haja, por parte dos poderes públicos, essa preocupação de encontrar soluções legais”, acrescentou.

Um argumento que também foi sublinhado na audiência pelos advogados de outros arguidos no processo, que não só criticaram a Câmara de Almada por ter instaurado um processo-crime pela ocupação ilegal de casas, que consideraram um procedimento excessivo, como também acusaram a autarquia de, ao longo dos últimos três anos, pouco ou nada ter feito para tentar resolver o problema habitacional das famílias em causa.

Naquela que foi a última sessão do julgamento antes das alegações finais, o Tribunal de Almada ouviu também a vereadora da Ação e Intervenção Social e Habitação, Teodolinda Silveira, que, confrontada com a alegada ausência de soluções do município para as pessoas que ocuparam as casas, disse que a resposta de emergência para este tipo de casos é da responsabilidade da Segurança Social.

“A resposta de primeira linha para casos de emergência é da Segurança Social”, disse Teodolinda Silveira, acrescentando que há sempre um acompanhamento destes casos por parte da autarquia.

Teodolinda Silveira, que tal como a presidente da Câmara de Almada foi ouvida por videoconferência, salientou ainda que as pessoas que são alvo de ações de despejo são colocadas numa lista de espera, de acordo com o regulamento do município para atribuição de habitação social, mas reconheceu que a Câmara de Almada não tem casas para responder a todos os pedidos dos munícipes.

Na audiência de esta sexta-feira teve também lugar uma acareação, entre a mãe de um dos arguidos, que garantiu ter entregue a chave do apartamento ocupado pelo filho, e um funcionário da Câmara de Almada, que nega ter recebido a referida chave.

O funcionário admitiu que recebeu a mãe do arguido nas instalações da Câmara Municipal, mas, como já tinha dito antes em tribunal, reafirmou que a chave do imóvel não lhe foi entregue, pelo que, face às versões contraditórias, será o tribunal a valorar cada um dos testemunhos.

A agência Lusa tentou ouvir a advogada da Câmara de Almada, que recusou prestar declarações.

As alegações finais terão lugar na próxima sessão do julgamento, prevista para as 14h00 de 21 de setembro.

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Almada em debate

Na contagem decrescente para as Eleições Autárquicas, que terão lugar no final do mês de setembro, a RTP realiza um ciclo de 22 debates, com a moderação de António José Teixeira, Hugo Gilberto, Vítor Gonçalves e Luísa Bastos. A RTP dá voz a todos os candidatos à Câmara Municipal de todas as capitais de distrito e ainda Almada, Amadora, Figueira da Foz e Odemira.

Hoje em debate vão estar os projetos e as ideias das candidaturas que se apresentam a votos para a Câmara Municipal de Almada.

O debate acontece esta quarta-feira, às 22,20h, na RTP3.

O Iniciativa Liberal apresenta Bruno Coimbra. Nascido e criado em Almada, Bruno Coimbra, de 45 anos, licenciou-se em Português e Inglês e é atualmente professor do ensino básico e secundário. Tem ainda uma pós-graduação em Administração e Gestão da Educação na Universidade Técnica de Lisboa. Em 2013 foi cabeça de lista à Junta de Freguesia da Costa de Caparica pelo Movimento de Cidadania pela Costa.
O PS volta a concorrer à Câmara de Almada com Inês de Medeiros
, a autarca em exercício. A atriz e realizadora de 53 anos, nascida em Viena, venceu as eleições autárquicas há quatro anos, dando a primeira vitória ao PS na cidade profundamente comunista. Foi mandatária da campanha de Jorge Sampaio à Presidência da República, em 1996, e foi eleita deputada na Assembleia da República pelo PS, no círculo de Lisboa, nas legislativas de 2009.

O BE recandidata Joana Mortágua à Câmara de Almada. A deputada bloquista, de 34 anos, é vereadora na cidade da Margem Sul do Tejo desde 2017. Licenciada em Relações Internacionais, Joana Mortágua fixou-se no Bloco de Esquerda aos 18 anos e foi eleita deputada pelo círculo de Setúbal em 2015. Foi candidata à Câmara Municipal de Almada nas últimas autárquicas de 2017, onde foi eleita vereadora.

Manuel Matias concorre pelo Chega. 
Tem 54 anos, é residente no Seixal, mas grande parte da sua vida profissional esteve ligada a Almada. Atualmente é assessor do líder do Chega, André Ventura, na Assembleia da República. Manuel Matias está envolvido nas mais recentes polémicas que acusam o Chega de nepotismo, dado que vários nomes da sua família surgem em diferentes candidaturas autárquicas também pelo partido de extrema-direita.

A CDU procura recuperar Almada com a candidata Maria das Dores Meira. A candidata de 64 anos é a atual presidente da Câmara de Setúbal. Há 15 anos neste cargo, Maria das Dores de Meira esgotou o limite de mandatos e está impedida de se recandidatar a presidente da Câmara de Setúbal. Concorre agora para Almada, onde reside desde os 12 anos. A candidata comunista licenciou-se em Direito pela Universidade Internacional de Lisboa, tendo-se pós-graduado em Direito de Propriedade Intelectual pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Entre 2002 e 2006 exerceu o cargo de Vereadora da Cultura, Educação, Juventude, Desporto e Inclusão Social na Câmara de Setúbal.

Nuno Matias, 44 anos, é o candidato pela Coligação Almada Desenvolvida (PSD, CDS, Aliança, MPT, PPM). Licenciado em Economia, Nuno Matias é o atual presidente da concelhia do PSD Almada e vereador na Câmara Municipal de Almada com os pelouros do ambiente, energia, espaços verdes, bem-estar animal e cemitérios.

O PAN apresenta Vítor Pinto, natural de Almada. Com 43 anos, o candidato é especialista em Medicina Tradicional Chinesa e técnico de acupuntura. Está também ligado ao grupo cénico da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense. Vítor Pinto juntou-se ao PAN em 2019.Almada em números:População: 177 400 (+ 1,9% em relação a 2011)
N.º de eleitores: 151 676
Desemprego: 6,1%
Setor com mais trabalhadores: Serviços (16,3%)
Rendimento médio mensal: 1 161€

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1 de Setembro 2021

CDU luta por recuperar maioria na Câmara de Almada

por RTP 30 Agosto 2021

Em Almada, disputa-se uma das batalhas eleitorais mais acesas destas autárquicas. Desde 1976 que o munípicio era governado pelos comunistas mas há quatro anos, a CDU perdeu a câmara para o PS. Agora apostam na autarca que veio de Setúbal para derrotar Inês de Medeiros.

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AUTÁRQUICAS: EM ALMADA, MANDAM ELAS

28.05.202

“Almada confia nas mulheres”, diz a atual presidente da câmara, Inês de Medeiros (segunda, à esquerda). Na foto, também Maria Emília de Sousa, Joana Mortágua e Maria das Dores Meira

Ainda se conseguia contar pelos dedos das mãos as presidentes de câmara em Portugal quando uma mulher resistiu no poder 26 anos, em Almada. Outra deu a conhecer a alternância política à autarquia. E já há duas candidatas a quererem continuar a história no feminino.

Depois de uma longa noite eleitoral, a manhã traz os detalhes dos resultados e os casos surpreendentes. Se o momento for mesmo de viragem política, talvez uma equipa de reportagem meta os pés ao caminho. Em outubro de 2017, na manhã a seguir às últimas autárquicas, um dos focos noticiosos é Almada – o município a sul do Tejo com vista para Lisboa que deixa de ser comunista, 43 anos depois do 25 de Abril. E a protagonista deste plot twist, eleita pelo PS, é Inês de Medeiros. Até então fora mais associada ao cinema do que à política; embora já tenha chegado a Almada calejada pelo “batismo de fogo” no Parlamento, em 2009, quando se viu engolida pelo “caso das viagens a Paris”. À data, Inês de Medeiros tinha a sua morada oficial na capital francesa, onde vivia com o marido, Fabrice Patellière, e os dois filhos, e recebia da Assembleia da República despesas de deslocação Lisboa-Paris, autorizadas pelo conselho de administração do Parlamento, sob forte contestação do PSD e do BE.

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Maria das Dores Meira: “Deixamos um ativo de 500 milhões de euros” em Setúbal

13 de Maio 2021 João Gonçalves 

Maria das Dores Meira está no terceiro e último mandato na Câmara Municipal de Setúbal , em 2017, nas eleições autárquicas reuniu 37,07% das intenções de voto pelo PCP-PEV. E agora numa grande entrevista ao Diário do Distrito, dividida em três partes, faz um balanço sobre o seu percurso enquanto Presidente da Câmara Municipal de Setúbal e um olhar para o futuro.

A autarca da capital de distrito abre assim esta série especial de entrevistas com todos os Presidentes de Câmara da Península de Setúbal que pode acompanhar aqui no seu jornal.

No terceiro último mandato à frente da Câmara Municipal de Setúbal, que balanço faz da sua prestação a comandar o destino dos Setubalenses desde 2006?

De facto, foram cerca de 20 anos, foram 20 anos de trabalho na Câmara Municipal de Setúbal e é difícil dizer só os últimos três, que foram doze anos de presidência do município. Enquanto vereadora no âmbito da educação, fui vereadora já na qualidade de Presidente e tive o pelouro da educação. Foi assim com muito prazer que verificávamos uma alteração profunda e tudo começa na educação. Aumentámos escolas, fizemos escolas novas, fizemos pré-escolares. Estamos a acabar de tirar o amianto das escolas e sentimos o dever cumprido. No entanto, quero chamar a atenção de que quando comecei a trabalhar na área da educação tinha cerca de 6.700 e tal meninos que estavam em regime duplo numa escola. Quer dizer que 200 e tal crianças tinham uma escola a tempo inteiro. Entravam às 9h00 da manhã e saíam às 17h00 da tarde e tinham um complemento de apoio à família. Só 200 e tal crianças. As 6 mil e tal que estou a falar são meninos que tinham escola só numa parte do dia. Tinham uma turma de manhã e outra à tarde, portanto era meio tempo. Quer dizer que as famílias ou tinham condições para ter as crianças em casa, com familiares, ou com as mães ou os pais para tomarem conta deles, ou então pagavam esse complemento do resto do dia a um ATL, com graves prejuízos para quem não tinha dinheiro nenhum. E tinham de pôr as suas crianças num local seguro, onde pudessem aprender e estar a outra parte do dia em que não tinham escola. Isto parece que não tem importância, mas tem muita. 

ermos conseguido um dos principais objetivos que foi pegar na educação e fazer dela uma grande bandeira, foi um objetivo conseguido. Todas as crianças, até há dois anos atrás estavam em regime completo, não estavam em regime duplo. Hoje, graças ao desenvolvimento que o município tem, existem só cerca de 200 crianças que estão em regime duplo em sítios que, como estão a ter uma grande procura de habitação, nomeadamente Azeitão, agora já não há salas de aula suficientes. É um problema que temos de resolver, temos de criar uma outra escola na Quinta da Caiada. E, portanto, o município, no que diz respeito às suas responsabilidades na área da educação, inverteu 200 e tal para 6.000 e tal a tempo inteiro. E hoje estão 200 em duplo, exatamente pela procura de casas nesses territórios. 

“Quem diz isso não tem o mínimo de senso e responsabilidade do que está a dizer. É má fé ou desconhece a cidade”.

Tivemos um trabalho intenso, muito grande com a comunidade educativa. Tivemos uma grande proximidade e fizemos muitos projetos que acho que foram extremamente positivos para toda a comunidade educativa. Avizinham-se dias menos bons, relativamente na área da educação. Portanto, ficarmos sem condições financeiras para gerirmos edifícios escolares de 2º, 3º ciclo e secundário é muito preocupante para todos nós. 

Outra grande bandeira foi o trabalho que fizemos com as Juntas de Freguesia, com o poder local. Neste caso, junto dos nossos colegas das Juntas de Freguesia. Costumamos dizer que somos sete mais cinco. Somos sete eleitos, mais cinco eleitos das Juntas de Freguesia e Presidentes de Junta que connosco trilharam este caminho que foi longo e foi bom, muito bom. E que funcionámos todos como se fossemos vereadores. É esta a chave do nosso sucesso que fizemos em prol das populações, porque de facto cruzámos muito bem, tivemos muito próximos, grande partilha no trabalho, criámos um gabinete de apoio ao trabalho das freguesias. Esse gabinete dependeu da presidente, agora depende de um vereador, Carlos Rabaçal, que tem o pelouro das obras e que também tem o acompanhamento às freguesias e que faz um trabalho extraordinário com as freguesias. Esta proximidade, esta descentralização de competências que possibilitou que de uma ponta à outra do concelho que o trabalho fosse duplicado, triplicado, em relação àquilo que seria expectável inicialmente, exatamente porque funcionamos todos como se fossemos um só corpo. Quem beneficiou foram as populações, beneficiaram do ponto de vista da requalificação do território, da qualidade vida, da cultura do desporto. Porque, como funcionávamos tão próximos, o que era preciso num movimento associativo, a Câmara e a Junta auxiliávamos e recuperávamos aquele clube. E foi um sucesso. 

Relativamente à área da mobilidade, nós assistimos a uma revolução. Quero lembrar que, por exemplo, em Azeitão, foram feitas obras na área do saneamento das águas, das pavimentações, da criação de passeios das dezenas e dezenas de ruas que nós fizemos. Nós temos isso tudo identificado, não é show off e as pessoas que lá moram sabem disso. Relativamente aos passeios à requalificação da rede viária em todas as freguesias foi uma coisa extraordinária, foram quilómetros, quilómetros. Então passeios não havia em quase nenhuma freguesia. Nas chamadas freguesias rurais não existiam quase passeios nenhuns. No centro da cidade, mesmo assim existiam sítios que nunca tinham visto uma pinga de alcatrão. Hoje estão reabilitadas, são áreas asfaltadas, requalificadas. Foi extraordinário. 

Relativamente aos nossos bairros sociais, existem bairros que os setubalenses ou os azeitonenses não sabem que são bairros sociais. Sabe quem lá vive e sabemos nós. Existe um no centro da cidade que felizmente não tem carimbo nem estigma. E nós tratamo-lo sem carimbo e sem estigma para que as pessoas não se sintam mal. Em Azeitão há outro bairro assim. Temos 13 bairros que foram todos reabilitados, uns mais, outros menos. Outros que vão ser agora com o protocolo que já assinámos com o Sr. Ministro das infraestruturas, Pedro Santos. Assinámos um protocolo na ordem dos 23 milhões para eficiência energética, para se tirarem coberturas com amianto.. Fizemos o bairro da Alameda das Palmeiras. Os outros bairros estamos a fazer paulatinamente. O Bairro da Bela Vista que é enorme, a criação daquele projeto “Nosso bairro, nossa cidade”, que foi um sucesso a todos os níveis. Hoje as crianças daquele bairro têm férias, tem acompanhamento ao estudo, têm cultura, têm desporto. A auto-estima das pessoas existe, hoje existe orgulho em pertencer aqueles bairros. Antigamente, as pessoas não davam sequer a morada das suas casas com medo de não arranjar emprego por pertencerem aqueles bairros. Aquilo tudo transformou-se. Temos 300 e tal interlocutores. Hoje, desses interlocutores já muitos passaram a pequenas comissões de moradores. Temos dezenas de condomínios formados que cuidam dos seus prédios. É um exemplo que é solicitado para darmos em Paris, Espanha, em muitos sítios internacionais. Já ganhámos prémios internacionais nesse projeto. Os bairros sociais foram um passo gigante. A descentralização de competências para as freguesias, na área da educação para as famílias e para a formação do ser, do indivíduo, muda tudo. Do ponto de vista cultural, a reabilitação que fizemos nos edifícios culturais foi extraordinária. Não tínhamos um fórum decente. O fórum já tinha recebido várias vezes ameaças por parte da Inspeção Geral de Espetáculos para ser fechado, porque não tinha condições de funcionar do ponto de vista da segurança.

“Relativamente aos passeios à requalificação da rede viária em todas as freguesias foi uma coisa extraordinária, foram quilómetros, quilómetros.”

Reabilitámos o Instituto Turismo de Portugal, o Instituto reabilitou e nós ficámos com uma galeria e somos os proprietários do imóvel. Reabilitámos o nosso Mercado do Livramento, que é considerado dos dez melhores do mundo. Já reabilitámos outros mercados municipais. Estamos à espera da contrapartida, do pagamento das taxas, para começarmos o mercado de Azeitão, dos Brejos. O Mercado Municipal de Vila Nogueira de Azeitão foi todo reabilitado pela Junta de Freguesia. A Junta, com a ajuda da autarquia, reabilitou o grande Mercado Mensal de Azeitão que foi todo transformado. A Galeria do Banco de Portugal que foi transformada numa galeria de arte. O nosso Convento de Jesus, pérola, jóia. Já vamos com cerca de 6 milhões de euros ali gastos. Vamos agora para a terceira fase para acabar algumas salas que não estão acabadas. Temos vindo paulatinamente a concorrer a fundos comunitários e a Câmara Municipal a pagar a sua comparticipação na ordem dos 45%, 50%. Adquirimos a Casa da Cultura, antigo Círculo Cultural. Reabilitámos aquilo com uma dignidade que está à vista de todos. Adquirimos aqui a casa do turismo, reabilitámos o nosso Museu do Trabalho, estamos a reabilitar a Praça do Bocage, criámos a sala de municípios.

Estamos a criar condições aqui na parte do sótão que vai ser um espaço novo. Portanto, este edifício [Paços do Concelho] foi levantado o telhado, chovia aqui como na rua. Este edifício, dentro de um mês está acabado. Levou agora um elevador, só tinha uma escada. Adquirimos o edifício da EDP para centralizarmos ali muitos serviços. De facto, hoje, os serviços do urbanismo, das obras municipais, da fiscalização, trabalham ali em condições que nunca tiveram. Foi melhorado também o Edifício Sado, também com a concentração de alguns serviços que estavam dispersos no município. Melhorámos as instalações dos bombeiros. Equipámos os nossos bombeiros, comprámos novas viaturas. Requalificámos os serviços das obras. Melhorámos os serviços de higiene e limpeza, comprámos novos equipamentos. Melhorámos os serviços de jardins da área do ambiente, fizemos muitos projetos na área do ambiente. Assinámos o “Pacto de Autarcas” na comunidade europeia e temos vindo a reduzir muito as emissões de CO2, de acordo com os nossos compromissos já ultrapassámos em muito os nossos objetivos. Criámos melhores condições de trabalho para os trabalhadores de higiene e limpeza, dos espaços verdes. Criámos os novos viveiros municipais, criámos hortas municipais. Criámos o nosso arquivo municipal, estava cá em cima em condições muito precárias. Está hoje no novo edifício só para o arquivo municipal. O edifício que foi comprado que era as antigas instalações das finanças que está ali na Avenida dos Combatentes e já tem a parte de baixo como arquivo moderno que é de fácil manutenção e manuseamento. A parte de cima vai ter o serviço educativo dos arquivos. O Arquivo Américo Ribeiro já não vai ser onde é. Temos os edifícios amarelos que vamos recuperar por dentro, porque os nossos serviços pediram e bem que aquilo fosse apenas a Casa de Américo Ribeiro. Temos tido uma data de doações, têm vindo outros fotógrafos a dar milhares e milhares de arquivo fotográfico à Câmara. Temos estado a cuidar desses milhares. Já começámos a fazer obras na Casa Luísa Todi, vamos fazer obras na Casa do Corpo Santo e vai ser alargado para um espaço de artes. Foi recuperada a capela da Casa do Corpo Santo. Foi recuperada a Casa do Bocage que hoje tem outro espaço expositivo. O Parque Urbano de Albarquel, a praia da Saúde, o Eco Parque do Outão, o Parque da Juventude que desanexamos outro parque da Gâmbia. Adquirimos a Casa das Quatro Cabeças, recuperámo-la e hoje funciona como alojamento local para quem faz ERASMUS. Fizemos obras em parceira com o IPJ, na casa da Juventude. Era uma coisa fechada e velha e fomos nós que recuperámos. Fizemos já grandes obras no Parque Santiago, que adquirimos já há uns 15 anos atrás e tem vindo sempre a ser requalificado. Agora temos a nossa praça a ser reabilitada. Tirámos a Pizza Hut e temos um espaço com outra qualidade. Podemos ter feiras de artesanato, música ao vivo. Vamos recuperar o centro, no sentido de tornar a praça mais atrativa. As nossas rotundas, não fazemos só para deixar de haver engarrafamento e CO2, temos um cuidado de ponto de vista estético, de modo a que as pessoas tenham prazer a fazer aquela rotunda. Tem sido um trabalho longo.

Relativamente à obra feita e que acabou de citar, a oposição refere que muitas foram uma questão de embelezamento. O que tem a dizer sobre isto?

Eu acho que depois do que acabei de dizer está tudo dito. São palavras ocas que leva o vento. Pode ser testemunhado por quem cá vive e por quem nos visita. Não fizemos obras só no centro da cidade e só onde há prédios. Fizemos obras onde eles nunca tocaram, no Grito do Povo, no Bairro dos Pescadores. Nos bairros sociais que eu acabei de referir. Não são obras de embelezamento, são obras estruturantes para a qualidade de vida e melhorar a vida das pessoas. Dizer que o Quartel do 11 que estava a cair aos pedaços é obra de embelezamento, bom…Quer dizer, tem de se fazer a obra e tem de ficar bonito. 

“Quando aqui chegámos, em 2001, os atrasos nos pagamentos eram de 2 anos, 4 anos. Temos prova disso. Estamos a fazer tudo para que até dezembro deste ano sejamos um município sem pagamento em atraso.”

O projeto da Várzea é obra de embelezamento? Nunca mais tivemos aqui cheias na cidade que normalmente todos os invernos o comércio local ficava com cheias dentro de casa. Quisemos fazer não só uma baía de retenção, mas um parque de lazer. Estão lá 4 milhões enterrados em baixo. É obra de embelezamento? A estação intermodal é obra de embelezamento? As pessoas que chegavam do comboio tinham de ir até à Avenida 5 de Outubro para apanharem outro comboio. É obra de embelezamento? Um Setubalense, em vez de pagar 200 e tal euros entre o passe daqui até Lisboa e depois para circularem entre Lisboa. Agora pagam 40 euros. Mas a Câmara Municipal tem de pagar 2 milhões ao sistema porque os operadores não são a Santa Casa da Misericórdia. Nós somos os últimos da Península, somos os que estamos mais longe e, por isso, pagamos 2 milhões e tal a esse sistema. Isso é embelezamento? Quem diz isso não tem o mínimo de senso e responsabilidade do que está a dizer. É má fé ou desconhece a cidade.

Como está a situação financeira do município?

Está a andar bem. Se não tivesse havido pandemia, neste momento, já não tínhamos pagamentos em atraso. Mas com a situação pandémica gastámos mais de 1 milhão de euros a ajudar, quer do ponto de vista da alimentação, dos Equipamentos de Proteção Individual, do que foi preciso alterar dentro dos espaços da Câmara Municipal. Tivemos de alterar muita coisa dentro dos nossos edifícios. Gastamos mais de 1 milhão de euros a dar apoio e a pagar alimentação a quem não se enquadrava na responsabilidade da Segurança Social. Juntamente com isto, deixámos de receber taxas, isentámos de taxas pessoas que têm os seus restaurantes ou bares ou pastelarias. Publicidades, se as pessoas têm as empresas fechadas. Isentámos os estacionamentos. Tivemos edifícios fechados que nos dão alguma rentabilidade. A Casa da Baía, a Casa do Turismo são receitas para a Câmara. As piscinas que têm receitas para a Câmara pararam. Tudo o que era despesas aumentou. Temos, neste momento, um atraso de pagamento de 100, 105 dias que é muito importante. Quando aqui chegámos, em 2001, os atrasos nos pagamentos eram de 2 anos, 4 anos. Temos prova disso. Estamos a fazer tudo para que até dezembro deste ano sejamos um município sem pagamento em atraso. Quer dizer que deixamos um ativo de 500 milhões de euros relativamente ao balanço no que diz respeito aos bens que adquirimos para o município, às obras que fizemos no espaço público, ao que demos às Juntas relativamente à descentralização de competências. Pagamos por ano cerca de 4 milhões de euros às Juntas de Freguesia. Quando cá chegámos, o património desta casa estava avaliado em 100 milhões, não sou eu que digo, está nos documentos oficiais da Câmara. Irá à sessão de Câmara do próximo dia 26 de maio a apresentação de contas que, de acordo com a lei, tem de ter os ativos atualizados. Portanto, esta a ser feito esse grande levantamento. Não foi embelezamento porque se não, não estavam lá os 500 milhões.

Veja mais em ::::> Diário do Distrito

Câmara de Sesimbra reúne com moradores do Bºda Boa Água na Quinta do Conde

2 de MAio 2021

Decorreu na manhã de 2 de maio uma reunião entre a autarquia e os moradores do bairro da Boa Água, na Quinta do Conde, onde vivem 47 famílias, para explicar as obras de requalificação do espaço público que estão em curso assim como as intervenções previstas para os blocos de habitação.

Os trabalhos de melhoria do espaço público que estão a ser feitos entre os edifícios incluem a colocação de mais bancos, plantação de oliveiras e criação de canteiros com plantas como alecrim ou rosmaninho.Numa segunda fase, que deverá ter início brevemente, avançarão as obras nos edifícios de habitação, nomeadamente o isolamento e pintura das fachadas dos seis blocos. «Vamos ainda substituir, reparar e isolar as coberturas para evitar infiltrações», adiantou o vereador com o Pelouro das Obras Municipais, Sérgio Marcelino.

Presente neste encontro, a vereadora com o Pelouro da Ação Social e Habitação, Felícia Costa, acrescentou que a autarquia deverá apresentar uma candidatura, no âmbito Plano de Recuperação e Resiliência, para financiamento da construção de 71 novos fogos de habitação social na zona da Ribeira do Marchante e um bloco no Conde 1.

Veja mais em ::::> Câmara Municipal de Sesimbra 

Uma noite diferente

Almada 24 de Abril 2021

União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas

A Sessão Solene Comemorativa dos 47 anos do 25 de Abril, realizou-se às 16h00 de hoje na Escola Secundária Cacilhas-Tejo. Esta Sessão Solene contou com as intervenções dos Presidentes da União das Freguesias e da Mesa da Assembleia, de vários eleitos da Assembleia das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas e do Comandante Manuel Carvalho representante da Associação Conquistas da Revolução. Estiveram também presentes representantes de várias Associações e Instituições. Seguidamente assistimos a um excelente concerto de Tributo a Zeca Afonso, “Zeca Diferente”.

Se não teve oportunidade de assistir em directo poderá ver aqui: https://youtu.be/I6TWAFytFMY

25 de Abril Sempre! Fascismo Nunca Mais!

Almada 25 de Abril 2021

https://www.facebook.com/antonio.jose.matos/videos/10219665919342477

António Matos

“O movimento associativo presente, celebrando ABRIL. Hoje, no centro da cidade. …”

Foto :> Raquel Ferreira

TV Almada

https://www.facebook.com/tvalmada/videos/1433840220264805
Mensagem de Abril – Henrique Santos

União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas

A Sessão Solene Comemorativa dos 47 anos do 25 de Abril, realizou-se às 16h00 de hoje na Escola Secundária Cacilhas-Tejo. Esta Sessão Solene contou com as intervenções dos Presidentes da União das Freguesias e da Mesa da Assembleia, de vários eleitos da Assembleia das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas e do Comandante Manuel Carvalho representante da Associação Conquistas da Revolução. Estiveram também presentes representantes de várias Associações e Instituições. Seguidamente assistimos a um excelente concerto de Tributo a Zeca Afonso, “Zeca Diferente”.

Se não teve oportunidade de assistir em directo poderá ver aqui: https://youtu.be/I6TWAFytFMY

25 de Abril Sempre! Fascismo Nunca Mais!

Cpc Peões da Caparica

União das Freguesias presente na Praça São João Baptista

No âmbito das comemorações dos 47 anos do 25 de Abril, a União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas organizou hoje, em conjunto com as Freguesias do Concelho de Almada, pelas 10h00, uma concentração na Praça São João Baptista.

A União das Freguesias de Laranjeiro e Feijó, representada pelo Presidente de Junta, Luís Palma e pelo Presidente da Assembleia, Manuel Verdugo, prestaram homenagem aos que lutaram e até deram a vida para que vivamos em Liberdade e Democracia.

Amigos do Alentejo do Feijó

União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas 

Voluntárias distribuíram bens alimentares a doentes retidos em ambulâncias no Hospital Garcia de Orta

21 de Janeiro 2020

Quatro voluntárias distribuíram bens alimentares e águas aos operacionais e doentes, à porta do Hospital Garcia de Orta, em Almada.

Quatro voluntárias distribuíram ontem bens alimentares e águas aos operacionais e doentes que estiveram várias horas retidos nas ambulâncias, à porta do Hospital Garcia de Orta, em Almada.

Os Bombeiros Voluntários do Seixal agradeceram pela ação solidária: “A estas voluntárias, e a muitos outros voluntários como elas, o nosso muito obrigado”.

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