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Neste Inverno, o que fazer em situação de doença ?

Juntamente com o ACES Almada / Seixal
Hospital Garcia de Orta alerta comunidade

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No âmbito do Plano de Contingência para Temperaturas Extremas – Módulo Frio, o Hospital Garcia de Orta (HGO), juntamente com o ACES Almada/Seixal, vem por este meio divulgar à comunidade como deverá proceder em situação de doença aguda; e informar que os Centros de Saúde locais estão em funcionamento com horário prolongado, das 8h às 22 horas.

O aumento da afluência às urgências hospitalares nesta altura do ano, mesmo com o reforço possível de meios, origina aumentos nos tempos de espera.
O Agrupamento de Centros de Saúde de Almada e Seixal dispõe de uma capacidade de atendimento, que na grande maioria das situações, assegurará o diagnóstico e tratamento eficaz, evitando deslocações à urgência do Hospital Garcia de Orta.
Todos os utentes encaminhados para o Serviço de Urgência do Hospital Garcia de Orta pelos Cuidados de Saúde Primários, têm atendimento prioritário.

Neste sentido, a utilização adequada dos Serviços de Saúde, em situações de doença aguda deverá respeitar os seguintes princípios:

 1º – Contatar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), que em função dos sintomas, orientará a sua situação para as instituições de saúde do seu local de residência.

 2º – Em caso de dificuldade em contatar a Linha Saúde 24, dirijam Saúde 24, dirija ao seu se ao seu Centro de Saúde das 8h às 20h, ou aos das 8h às 20h, aos Atendimentos Complementares de Almada e Amora no período das 8h às 22 dos dias úteis, e das 10h às 17h nos fins-de-semana.

 3º – Apenas situações de doença súbita e grave, que ponham em risco a sua vida, ou que não possam ser tratadas no seu Centro de Saúde, justificam a ida direta ao Serviço de Urgência do Hospital Garcia de Orta.

NESTE INVERNO, SE FICAR DOENTE, NÃO CORRA PARA A URGÊNCIA
LIGUE PRIMEIRO 808 24 24 24

Fonte ::::> Rostos

Sistema de alerta para avanços do mar tem Caparica como exemplo

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A Costa da Caparica vai servir de exemplo num sistema de alerta para situações de agitação marítima em que o mar possa avançar pela costa, levando a ações de prevenção, revelou hoje um especialista em erosão do litoral.

“Há um projeto que tem como objetivo criar um sistema de alerta, uma rotina de alerta, para este tipo de costa, usando a Costa da Caparica, como exemplo, e para portos”, utilizando um dos Açores igualmente como exemplo”, disse hoje à agência Lusa José Carlos Ferreira, docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa.

Com base no conhecimento recolhido com o estudo da erosão na costa portuguesa nos últimos anos, os mapas de risco definidos e a informação recebida de vários organismos internacionais, nomeadamente de meteorologia, sempre que se gerarem condições de agitação marítima, “pretende-se identificar áreas onde podem ocorrer galgamentos, onde a água pode entrar, e lançar um alerta, numa ação de prevenção, direcionado para as autoridades competentes, como a proteção civil”, relatou.

José Carlos Ferreira, que participou no grupo de estudo do litoral, criado pelo Ministério do Ambiente, falava à agência Lusa a propósito da conferência “Vulnerabilidade e Gestão do Risco Costeiro — que soluções para a Costa da Caparica?”, que se realiza ao final do dia de hoje, e vai juntar vários técnicos para debater as bases da nova “Estratégia para a Zona Costeira de Portugal em Cenários de Alterações Climáticas”.
O investigador, que se dedica a estudar as formas de erosão na Costa da Caparica, explicou que, com base na análise das últimas tempestades de 1996, de 2007, de 2010 e de 2014, os especialistas conseguem perceber a forma como o litoral foi afetado.
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A Costa da Caparica “está numa zona de risco, embora de risco controlado”, e poderá beneficiar da abordagem da nova estratégia que “contempla uma mudança de paradigma”, apostando “mais na engenharia natural, nos enchimentos de praia, no restauro dunar, que parecem ser mais eficientes do que as obras de defesa pesada”, como os paredões, mais seguidas nos últimos anos, salientou José Carlos Ferreira.

Os estudiosos, explicou, perceberam que a Costa da Caparica está em erosão “sobretudo por falta de sedimentos para repor o sistema, por isso é que desaparecem as praias e a costa recua, [além de que] as pessoas ocuparam áreas que habitualmente eram amortecedores quando o mar entrava: as dunas e as praias”.

Para enfrentar o avanço do mar e a erosão, “ou não se faz nada e as pessoas vão ter de recuar, ou se aposta numa ação de ajuda ao sistema a repor as suas defesas”, resumiu o docente da FCT, esclarecendo, contudo, que “isto não quer dizer que seja mais barato”, à partida.

“Estudos que temos estado a fazer mostram que não é assim tão barato, mas é mais eficiente”, salientou o especialista, acrescentando que o resultado final “não será mais caro” porque as soluções adotadas têm sido obras “muito pesadas que têm de ser mantidas” e reconstruídas depois de cada temporal, exigindo investimentos elevados e contínuos.

Recordou dados que apontam para investimentos totais de 196 milhões de euros gastos entre 1995 e 2014, sendo quase 20% para Almada, seguindo-se os municípios de Ovar e Espinho, com 11% e 9%, respetivamente.

Depois dos últimos temporais, a Câmara Municipal de Almada avançou com trabalhos de reposição de areia em praias da Costa da Caparica, ajudando o sistema marítimo a retomar o ciclo natural de defesa litoral, e o especialista realçou que os resultados já são visíveis.

Ler mais: Jornal da Região

Operação Nariz Vermelho alerta para peditório falso

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Um grupo de pessoas está a fazer um peditório ilegal, em Almada, usando o nome da Operação Nariz Vermelho e prometendo entradas gratuitas no Jardim Zoológico, Tivoli ou Museu do Fado.

Esta quarta-feira de manhã, a Operação Nariz Vermelho foi alertada por uma senhora, que deu cinco euros a um grupo que estava na Praça São João Batista, em Almada, a fazer-se passar por voluntários da instituição de solidariedade social.

“Já contactámos a polícia e queremos sublinhar que não está a decorrer nenhuma campanha de rua nossa em nenhum ponto do país”, contou à Lusa a coordenadora de comunicação da instituição que há mais de uma década leva alegria às crianças hospitalizadas através da visita de palhaços profissionais.

O alerta do peditório falso foi feito à instituição por uma senhora que deu um donativo de cinco euros e estranhou as ofertas.

“Há um grupo de indivíduos que está em Almada a fazer um peditório em nosso nome e dizem que oferecem entradas gratuitas para o Jardim Zoológico, Tivoli e Museu do Fado. Mas não há nenhuma parceria”, sublinhou a representante da associação, acrescentando que o grupo já foi visto a pedir donativos noutras zonas da cidade.

A Operação Nariz Vermelho lançou poucos dias antes das férias da Páscoa uma campanha nas escolas. A associação conta com artistas com formação especializada no meio hospitalar que trabalham em colaboração com os profissionais de saúde, realizando atuações adaptadas a cada criança e a cada situação.
Veja mais em ::::> Jornal de Notícias

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