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Autoeuropa celebra 3 milhões de unidades produzida

Por Mário Rui Sobral 26/06/2020

Fábrica de Palmela salienta marco histórico e enaltece contributo dos trabalhadores

A Volkswagen Autoeuropa celebrou esta quinta-feira, 25, mais uma marca histórica, ao atingir o número redondo de três milhões de unidades automóveis produzidas.

Em comunicado, a fábrica de Palmela enaltece o feito, lembrando outros momentos marcantes que ficaram para trás e a actual conjuntura difícil, para destacar o papel preponderante dos funcionários da empresa.

“A história repete-se. Celebramos juntos (e em segurança) com os nossos colaboradores. Graças ao seu empenho, resiliência e profissionalismo retomamos a actividade durante uma crise sanitária sem precedentes”, pode ler-se no comunicado da Autoeuropa, que reúne comentários de alguns dos trabalhadores.

Os meses de Junho e Julho, salienta a empresa, são de boa memória para a fábrica de Palmela, até porque ficaram ligados à conquista de outros marcos históricos.

“No dia 16 de Junho de 2003 celebrámos 1.000.000 de carros produzidos, ano que ficou marcado por uma quebra no volume de produção que nos levou à assinatura de um acordo laboral histórico, com a introdução dos downdays”, recorda a produtora de automóveis, acrescentando: “Dez anos depois, a 1 de Julho de 2013, os monitores na montagem marcaram 2.000.000 de unidades produzidas desde o arranque da fábrica em 1995. A fábrica já fazia quatro modelos, Sharan, Eos, Scirocco e SEAT Alhambra, mas adivinhava-se que, em breve, passaria a sair mais um da sua linha de montagem: o T-Roc.”

Agora, e de novo em período difícil – tal como em 2003 –, a fábrica da marca alemã volta a celebrar outro número digno de registo (3 milhões), para o qual muito contribuiu também o novo modelo T-Roc.

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Trabalhadores temem perda de centenas de empregos no parque industrial da Autoeuropa

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores da Autoeuropa assumiu esta sexta-feira, em comunicado, recear a perda de centenas de empregos no parque industrial, que está sem condições para trabalhar sete dias por semana, após a pandemia de Covid-19.

Após ter confirmado, no início de abril, que as empresas do parque industrial já tinham despedido 500 trabalhadores temporários desde o início do surto do novo coronavírus, a entidade adiantou que esta sexta-feira mais de mil pessoas já foram para o desemprego e mostrou-se “apreensiva” quanto a mais despedimentos, quando a maior parte das empresas está sem condições para trabalhar em todos os dias da semana.

“Na maioria das empresas, neste momento, não estão reunidas condições para voltar a laborar sete dias por semana (…). Das quatro equipas de trabalho existentes anteriormente, apenas três estão no ativo e a assegurar três turnos diários, de segunda a sexta-feira, o que nos deixa mais apreensivos no que respeita a centenas de postos de trabalho, a juntar aos quase mil que já foram para o desemprego”, lê-se na nota.

A coordenadora das Comissões de Trabalhadores frisou que o “estado de precariedade” na Autoeuropa tem-se “acentuado”, tendo mencionado os despedimentos de “trabalhadores com vínculos laborais temporários” e de “trabalhadores cujos contratos não estão a ser renovados”.

A entidade salientou também que “o regime de ‘lay-off’ simplificado aplicado pelo Governo como medida de apoio às empresas” deve “contemplar a salvaguarda de todos os postos de trabalho”, de forma a que as empresas não “continuem a enviar trabalhadores para o desemprego”, criando “um esforço financeiro em duplicado para o sistema de Segurança Social do país”.

A organização denunciou ainda que algumas das 19 empresas localizadas no complexo industrial, em Palmela, “manifestam a intenção de não cumprirem os acordos internos assinados com as respetivas comissões de trabalhadores”, algo que não está disposta a aceitar.

“A coordenadora vem por este meio comunicar a todas as administrações de todas as 19 empresas implementadas neste parque industrial que, caso não exista um compromisso de cumprimento de todos os acordos em vigor, iremos mobilizar todo o coletivo de trabalhadores no sentido de demonstrar claramente que este é um período em que o esforço tem de ser conjunto e repartido entre trabalhadores e administrações”, refere o comunicado.

Na nota emitida, a organização alegou ainda que a “decisão mais fácil para as empresas tem sido despedir” e que a “legislação portuguesa permite o tipo de decisões que estão a ser tomadas”, tendo pedido aos gestores que “assumam a sua responsabilidade no sentido de haver o menor impacto social possível”.

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores informou ainda que vai enviar pedidos de audiência aos ministérios da Economia e do Trabalho e, possivelmente, às administrações das empresas da Autoeuropa, para encontrar “soluções que garantam o diálogo e a paz social” existentes naquele parque industrial “há mais de 25 anos”.

Lusa

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Trabalhadores da Autoeuropa regressam ao trabalho com limitações devido à pandemia

Apenas 2300 trabalhadores garantem a produção com dois turnos durante a semana.

Sofia Garcia

A fábrica Autoeuropa, em Palmela, voltou a abrir portas esta segunda-feira, depois de mais de um mês encerrada devido à pandemia de coronavírus.

Apesar de ter aberto portas, a empresa vai laborar com limitações. Apenas dois mil e trezentos trabalhadores garantem a produção com dois turnos durante a semana. O uso de máscaras é também obrigatório nas instalações da fábrica.

Foram colocados aparelhos à entrada do espaço para medir a temperatura de todos os trabalhadores que por ali passarem. Quem apresentar uma temperatura elevada terá de medir novamente a temperatura com um termómetro digital.

Os balneários estão fechados, por isso, têm de ir e regressar da fábrica fardados. O refeitório também não funcionará por algum tempo.

A fabricante automóvel voltou ao trabalho esta segunda-feira, após ter decidido suspender a produção a 16 de março, devido à pandemia de Covid-19. O uso de luvas, máscaras ou viseiras está difundido pelo parque industrial e o distanciamento social é obrigatório. 

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Autoeuropa suspende produção à meia-noite

15 de Março 2020

Palmela, 11/02/2011 – Autoeuropa Volkswagem Trabalhadores na linha de montagem ( João Girão / Global Imagens ) Autoeuropa Volkswagem Autoeuropa Volkswagem

A Autoeuropa vai parar a produção a partir da meia-noite. Os dois primeiros turnos de segunda-feira foram cancelados pela unidade fabril de Palmela, numa decisão comunicada este domingo aos trabalhadores.

A confirmação foi dada ao JN pela Comissão Coordenadora de Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa.

Daniel Bernardino, porta-voz, desconhece as razões para a decisão conhecida pouco depois das 18 horas de domingo.

O JN entrou em contacto com fonte oficial da Autoeuropa, que por agora decidiu não comentar o assunto, deixando para esta segunda feira qualquer comunicação.

Ao que foi possível apurar, na sexta-feira foi comunicado aos trabalhadores que as carrinhas Sharan e Alhambra iam deixar de ser produzidas a partir de segunda. Medida tomada na sequência da previsível diminuição da mão-de-obra na fábrica de Palmela, já que os trabalhadores teriam de ficar em casa com os filhos devido ao encerramento das escolas.

No sábado, entraram novas equipas na linha de produção durante o turno da tarde e, volvidas 24 horas, a fábrica decidiu suspender totalmente a produção nos primeiros dois turnos de segunda-feira, dia em que a administração vai reunir.

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Novo barco em Leixões carrega automóveis da Autoeuropa

Fábrica de Palmela muda de estratégia e passa a carregar navio a partir do Norte do País.

A Autoeuropa decidiu carregar um navio no porto de Leixões como alternativa à paralisação de estivadores no porto de Setúbal, que tem limitado a exportação de automóveis produzidos pela fábrica de Palmela, apurou o CM. A solução surge depois de o carregamento em Setúbal, que na semana passada obrigou à intervenção da polícia para permitir o acesso dos trabalhadores temporários ao porto, ter ficado aquém das expectativas. Atracou esta madrugada no porto de Leixões o navio ‘Patara’, proveniente do porto de Santander, em Espanha, que será carregado ao longo do dia de hoje com centenas de automóveis da Volkswagen que há duas semanas aguardam embarque nos vários parques de estacionamento da fábrica e de infraestruturas a que Autoeuropa recorreu. A fábrica do grupo Volkswagen está a produzir 880 unidades diárias. Só esta semana, numa primeira leva, o porto de Leixões vai receber 700 carros da fábrica. Ontem, tinham chegado àquela infraestrutura 100. Mas esta não será a única estação portuária a escoar os veículos. O CM sabe que os portos de Santander e Vigo, em Espanha, serão também usados para colmatar o vazio deixado pelo porto de Setúbal desde que os estivadores eventuais iniciaram uma paralisação, a 5 de novembro. Pelo menos sete navios já regressaram de Setúbal ao país de origem completamente vazios. Ontem, o Sindicato dos Estivadores e da Atividade Logística (SEAL) admitiu convergência nas posições dos estivadores e dos operadores logísticos, depois da intervenção do Governo no braço de ferro. “Os números aproximaram-se bastante, mas não em relação aos salários”, afirmou António Mariano, presidente do SEAL.

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Autoeuropa suspende turno da noite por falta de peças

Por Raquel Oliveira e J.C.M.|22.11.18

Bloqueio das estradas em França leva a rutura nos fornecimento da fábrica de Palmela.

A Autoeuropa viu-se esta quinta-feira obrigada a parar o turno de produção da noite, devido à falta de peças para manter a linha de montagem em funcionamento. Ao que o CM apurou, a situação está relacionada com o bloqueio rodoviário que está em curso em França. Os protestos dos ‘coletes amarelos’ contra os aumentos de impostos sobre os combustíveis deixou bloqueados milhares de camiões de transporte, o que afetou o fornecimento à fábrica da Volkswagen de Palmela. O CM apurou que o turno previsto para as 00h00 desta sexta-feira foi cancelado, devendo a produção ser retomada pelas 7h00. Lembre-se que a fábrica de Palmela também está a ser seriamente afetada pela greve em curso no Porto de Setúbal, que tem impedido a exportação de milhares de veículos produzidos em Portugal.

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Comissão faz queixa contra trabalhador da Autoeuropa

31/01/2018

Ação disciplinar em curso para despedir contestatário.

Um processo disciplinar, com vista a despedimento por justa causa, aberto a um funcionário, desencadeado por uma queixa da Comissão de Trabalhadores (CT), está a incendiar o clima na Auroeuropa, já envolta em conflitos por causa do trabalho aos sábados. Ao que apurou o CM, uma troca de palavras mais acesas com um trabalhador – que disse ter-se sentido “enganado” pela CT – levou aquela comissão a fazer queixa aos recursos humanos da fábrica de Palmela, que abriu um processo disciplinar. A CT nega, no entanto, ter feito qualquer queixa contra algum trabalhador da empresa. A atitude da equipa liderada por Fernando Gonçalves poderá levar a retirar da gaveta um abaixo-assinado, que esteve a circular em dezembro, com vista à destituição da Comissão de Trabalhadores. Ao que apurou o CM, os trabalhadores estão revoltados com a CT, recordando que nunca as discordâncias deram origem a queixas à administração. Entretanto, o coordenador do SITESUL, sindicato mais representativo na Autoeuropa, afirmou esta terça-feira que não foi emitido o pré-aviso de greve para 2 e 3 de fevereiro “para não prejudicar as negociações”.

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Caso Autoeuropa. Afinal, há ou não creches ao sábado?

25/01/2018

Responsáveis do setor social explicam que o complemento de horário não serve para abrir creches ao sábado, mas para mais horas nos dias úteis. Governo contradiz-se e não explica o que está a ser feito


A polémica começou com a informação de que a Segurança Social vai financiar a creche ao sábado para os trabalhadores da Autoeuropa

A polémica em torno do financiamento das creches ao sábado pela Segurança Social para quem trabalha por turnos ou ao fim de semana está cheia de omissões e de confusões. Depois de se saber que o Governo está a apoiar a Autoeuropa a encontrar soluções para as dezenas de trabalhadores que passam a trabalhar aos sábados a partir do próximo mês, as críticas à medida obrigaram o gabinete do ministro Vieira da Silva a justificar que este não é um apoio novo nem exclusivo para aquela empresa, sublinhando que se trata do chamado “complemento de horário de creche”, já atribuído a 953 creches portuguesas.

Mas, segundo concluiu o Observador junto de vários responsáveis do setor social, este complemento não inclui o funcionamento aos sábados — um dos grandes problemas para os trabalhadores da Autoeuropa. Aliás, os casos de creches que abrem ao sábado são raros e todos regulamentados por acordos ‘atípicos’, negociados caso a caso. Nas explicações públicas sobre o caso, porém, o Governo tem omitido se planeia ou não usar aquele complemento para garantir o funcionamento das creches ao sábado. Veja as quatro perguntas que estão a marcar a polémica.

O complemento de horário também abrange os sábados?

O complemento de horário de creche é o mecanismo de financiamento adicional das instituições que têm acordo de cooperação com a Segurança Social e que precisam de funcionar em horários mais alargados do que o habitual. Contudo, este apoio não serve para financiar o abertura das creches ao fim de semana, explicaram ao Observador vários responsáveis do setor social. O complemento apenas cobre o funcionamento durante os dias de semana, quando as instituições precisam de trabalhar mais de 11 horas por dia.
A polémica começou na última terça-feira, quando se soube que a Segurança Social tinha identificado vagas em creches de IPSS, onde os trabalhadores da Autoeuropa poderão deixar os filhos nos sábados de trabalho (o novo horário laboral da empresa entra em vigor já a partir do início do próximo mês), garantindo o pagamento das creches nesses dias de fim de semana.

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Ministro do Trabalho diz que na Autoeuropa “já estão a encontrar solução”

Vieira da Silva afirmou que é fundamental preservar o “diálogo social” na unidade construtora automóvel da Volkswagen, em Palmela.

O ministro do Trabalho, Vieira da Silva, disse esta quarta-feira que a administração e os trabalhadores da fábrica da Autoeuropa “já estão a encontrar solução” para o diferendo que os tem oposto nos últimos meses sobre novos horários de trabalho. “Acredito que trabalhadores e administração da Autoeuropa vão encontrar solução e já estão a encontrar solução”, afirmou o governante no Parlamento, na audição na Comissão de Trabalho e Segurança Social. O ministro afirmou que é fundamental preservar o “diálogo social” na unidade construtora automóvel da Volkswagen, em Palmela. Os trabalhadores da Autoeuropa, unidade da construtora automóvel Volkswagen, em Palmela, aprovaram em dezembro uma proposta para uma greve de dois dias, em 02 e 03 fevereiro, por discordarem dos horários de laboração impostos pela administração para responder ao aumento de fabrico de carros. A CT da empresa e a administração têm novas reuniões marcadas para esta semana.

Vieira da Silva falou também sobre a situação da Têxtil Gramax, fábrica da antiga Triumph, em Loures, que está em processo de insolvência, dizendo que enquanto existirem “hipóteses de investimento” essas serão “exploradas até ao limite” para tentar manter a fábrica em laboração. Contudo, acrescentou que entidades públicas como o IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional estiveram na fábrica para “estabelecer já todos os cenários possíveis em caso de impossibilidade” de recuperação da empresa. A fábrica da antiga Triumph (de roupa interior feminina), sediada na freguesia de Sacavém, no concelho de Loures, foi adquirida no início de 2016 pela Têxtil Gramax Internacional e emprega atualmente cerca de 400 trabalhadores.

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Trabalhadores de fornecedores da Autoeuropa temem degradação da paz social

5 de Janeiro 2018

Conflito sobre a adoção de novos turnos de trabalho traz instabilidade a parque industrial de Palmela.

Trabalhadores das empresas fornecedoras da Autoeuropa querem evitar conflitos sobre horários de trabalho, mas receiam uma degradação da paz social face ao início do trabalho aos sábados na Autoeuropa em fevereiro, admitiu esta sexta-feira o representante das comissões de trabalhadores. “Há empresas do parque industrial que estão a sentir os trabalhadores a pressionarem porque não querem ter o mesmo conflito que está a existir na Autoeuropa, querem que as coisas se resolvam rapidamente”, disse à agência Lusa o coordenador das Comissões de Trabalhadores do Parque industrial da Autoeuropa, Daniel Bernardino. No mês de fevereiro “vamos começar já a ter os sábados em produção, como estava anunciado Autoeuropa, e temos que nos organizar até lá. Falta muito pouco tempo. No parque industrial ainda estamos com alguma estabilidade, em termos de diálogo social, mas acreditamos que este mês esse diálogo social pode começar a ficar fragilizado”, disse, lembrando a necessidade de as empresas fornecedoras da Autoeuropa também se prepararem devidamente para dar resposta aos planos de produção apresentados pela Autoeuropa.

A par da preocupação com os novos horários de trabalho e com as exigências de produção para o novo veículo T-Roc na fábrica de automóveis da Volkswagen, em Palmela, os trabalhadores do parque industrial da Autoeuropa, onde estão instaladas 19 empresas com um total de cerca de 3.000 trabalhadores (que se juntam aos cerca de 5.000 trabalhadores da própria Autoeuropa), também estão preocupados com a eventual perda de influência da Comissão de Trabalhadores da empresa do grupo Volkswagen. “Esperamos que haja alguma estabilidade e paz social, porque estamos num momento de crescimento do parque industrial e da Autoeuropa. Nunca tivemos os volumes de produção que já estamos a ter no dia de hoje – e isso é mais emprego, e obviamente mais rendimento para s trabalhadores. É desse rendimento que os trabalhadores também estão à procura através deste conflito que criaram dentro da Autoeuropa. Mas o que nos preocupa é que a organização dos trabalhadores está a deteriorar-se, começa a haver um pouco de anarquismo entre os trabalhadores da Autoeuropa. Preocupa-nos que esta organização fique fragilizada deste modo”, acrescentou. O diferendo na Autoeuropa não preocupa apenas as empresas fornecedoras e trabalhadores do parque industrial, mas também os municípios da região de setúbal e, particularmente, o concelho de Palmela.

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