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Hospital Garcia de Orta abre pólo no Laranjeiro com resposta para Dor Crónica

Carmo Torres Setembro 3, 202

O Centro Multidisciplinar Dor Beatriz Craveiro Lopes (CMD BCL) do Hospital Garcia de Orta (HGO) acaba de abrir um novo Pólo na Freguesia do Laranjeiro.

O novo espaço de ambulatório, que inclui consultas externas e Hospital de Dia, tem como objetivo prestar serviços e atos clínicos diferenciados a doentes com dor crónica.

«O novo Pólo ‘fora de portas’ do HGO, no Laranjeiro, vai direta e localmente ao encontro de quem tratamos, garantindo novas e melhores condições, sempre com o objetivo de aumentar a nossa capacidade de resposta», realça Luís Amaro, presidente do Conselho de Administração do HGO.

Segundo Alexandra Reis, Diretora do Centro Multidisciplinar Dor: «com esta expansão, o Centro Multidisciplinar passa a poder assegurar a sua atividade em dois espaços distintos: no Pólo do Laranjeiro, destinado à atividade de Ambulatório (consultas e Hospital de Dia) e no Pólo do edifício do HGO, dedicado à atividade assistencial a doentes, em regime de internamento, e a procedimentos cirúrgicos».

Há 28 anos que o CMD BCL tem como missão prestar serviços e atos clínicos diferenciados a doentes de todos os grupos etários referenciados, portadores de Dor Crónica (oncológica e não oncológica), abrangendo a população da área de influência do hospital dos concelhos de Almada e Seixal.

O novo Pólo do Centro Multidisciplinar Dor Beatriz Craveiro Lopes está em funcionamento na Rua Luís Villas Boas nº20/22, no Laranjeiro (nas instalações da Liga dos Amigos do Hospital Garcia de Orta – LAHGO).

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Obras em heliportos de emergência vão abranger HGO

O heliporto do Hospital Garcia de Orta vai ser alvo de avaliação no âmbito de um plano de recuperação do Governo cujo objetivo é ter todos os 38 heliportos de emergência reabilitados até ao final da legislatura.

Por Carmo Torres -Fevereiro 10, 2020

Vários heliportos de emergência, instalados nos hospitais, não têm neste momento certificação da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) ou mesmo condições para serem usados por incumprimento de vários requisitos técnicos, como a falta de sinalização luminosa, copas de árvores, pisos degradados, a transformações em parques de estacionamento, postes de eletricidade nos sítios errados ou construções feitas em locais errados.

Por esse motivo o Governo vai avançar com um plano de recuperação cujo objetivo é ter todos os 38 heliportos de emergência reabilitados, a funcionar e certificados até ao fim da legislatura, sendo que até ao final deste ano, a meta é resolver, em parceria com o Ministério da Saúde, todos os problemas e falhas em 12 hospitais que foram identificados como os mais importantes pelo INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica).

O anúncio foi feito à TSF pelo Secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Alberto Souto de Miranda, que explicou também que o Governo irá avançar para o diagnóstico do que está mal e arrancarão as obras e intervenções em Lisboa (Hospital de Santa Maria), Coimbra (em dois hospitais), Bragança, Matosinhos, Viseu, Covilhã, Abrantes, Almada, Évora, Santiago do Cacém e Faro.

Estas obras vão permitir acabar com a actual proibição dos voos noturnos, que levam a que alguns helicópteros de transporte de doentes tenham de aterrar em estádios de futebol.

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Morto nas urgências de Almada

Bastonário da Ordem dos Médicos vai denunciar mais casos à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde.

hospitalalmada
m homem com cerca de 60 anos morreu neste domingo, no serviço de urgência do Hospital Garcia de Orta, em Almada, à espera de ser visto por um médico após a realização da triagem. Esta é já a quinta morte verificada nas urgências dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde em três semanas por alegada falta de atendimento. José Manuel Silva, bastonário da Ordem dos Médicos, revelou ontem ao CM que vai denunciar à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde mais óbitos por falta de assistência médica: “Isto só acontece pela falta de profissionais nas urgências.” O homem, segundo fonte do CM, esteve três horas à espera para ser visto por um médico, após ter recebido a pulseira amarela na triagem. A situação agravou-se e um enfermeiro, que passou pelo homem, ainda procurou reanimá-lo. Acabou, segundo apurou o CM, por morrer com um enfarte maciço, com rutura do músculo cardíaco. O hospital, ao CM, diz estar a averiguar a situação. Os atrasos fizeram-se ontem sentir no Hospital de Santarém, com esperas de quase uma hora só para a triagem, doentes com pulseira amarela que aguardam entre seis e sete horas para serem vistos por um médico e dezenas de ambulâncias retidas à espera de macas.

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