Tag: Inês de Medeiros

24 de Abril uma noite diferente

24/04/2021 Almada


Câmara Municipal de Almada

Almada celebrou ontem, na Academia Almadense, o 25 de Abril com o espetáculo comemorativo dos músicos Salvador Sobral e Miguel Araújo.

Os 47 anos da Liberdade conquistada em 1974 foram assinalados, nesta ocasião, pela presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, que cantou com os Almadenses a «Grândola Vila Morena».25 de Abril sempre!

Inês de Medeiros – DIREITO DE RESPOSTA

23 de Julho 2020
Inês de Medeiros no Facebook
“Na sequência de notícias recentes publicadas pelo jornal Expresso reproduzo aqui na íntegra o direito de resposta hoje enviado.
Foi com grande estupefação que fui confrontada com uma notícia publicada esta quarta-feira, dia 22 de julho, no site do Expresso com o título “Inês de Medeiros admite que Câmara de Almada fez obra na Fonte da Telha que “visivelmente não podia fazer””. Neste sentido, venho por este meio solicitar o direito de resposta pois, objetivamente, nem o texto nem o título correspondem à verdade.

A notícia baseia-se num vídeo colocado nas redes sociais com excertos de uma intervenção minha deliberadamente descontextualizada, durante a reunião da Câmara Municipal de Almada (CMA), do passado dia 20 de julho, que importa esclarecer.

Respondendo a uma questão colocada por uma Senhora Vereadora, na minha intervenção relatei todas as diligências feitas pela CMA, no seu coletivo, desde a preparação da época balnear. E citei a colaboração com as entidades, de forma cronológica. A frase presente no título diz respeito aos prazos para a execução da obra e não ao material utilizado, nem à sua legalidade.

Reforça -se que a intervenção cumpre as regras definidas no Regulamento de Gestão das Praias Marítimas e Domínio Hídrico da Orla Costeira Alcobaça-Cabo Espichel, que prevê um pavimento semipermeável. A solução apresentada às entidades competentes, antes da sua colocação, não só cumpre os requisitos legais como era a única que permitia que a intervenção fosse realizada, num curto espaço de tempo.

Na minha intervenção, refiro o decreto-lei 24/2020, datado de 25 de maio, que determina que “compete às autarquias locais proceder à criação e ao ordenamento do espaço de estacionamento”. Sendo a Fonte da Telha a segunda praia do país com maior lotação, e começando a época balnear a 6 de junho, era, pois, urgente fazer uma intervenção, que cumprisse todos os requisitos, até aos meses de maior afluência: julho e agosto.

Também esclarecemos os senhores vereadores e os Almadenses que a intervenção só se iniciou após parecer positivo do ICNF “atendendo à urgência.”

Nesse sentido, foi clarificado que se as entidades responsáveis, que acompanharam desde o início a intervenção, tivessem pretendido que a obra integrasse, à partida, um plano global, essa intervenção seria “visivelmente uma obra (que a CMA) não podia fazer” a tempo do verão deste ano.

A impossibilidade era, pois, reforço, temporal e não em termos de legalidade da obra.

Adiantamos ainda que já por mais do que uma vez o jornal Expresso, no seguimento que tem dado a esta matéria, não permite à CMA exercer o seu direito ao contraditório, algo que é um direito deontológico fundamental. Temos alertado para o facto tendo, aliás, sido corrigida, a nosso pedido, no passado dia 19 de junho, uma notícia com afirmações que me foram inicialmente imputadas e que nunca fiz.

Mais se acrescenta que, pelo respeito que o Expresso nos merece, desde o início temos sido totalmente colaborantes, enviando, inclusive, documentação que nunca foi sequer referida.

Não posso deixar, no entanto, de estranhar que um jornal reconhecido pelo seu rigor publique notícias, sem nos ser dado o direito ao contraditório, com base em vídeos publicados em páginas com conotações políticas e declaradamente descontextualizadas, e fazendo, inclusive, juízos de intenções despropositados e parciais, como revelam expressões como “procurou desculpar-se”, “atirar as culpas” ou “tentando isentar-se de responsabilidades”, quando, relembramos, ainda se aguarda pelos pareceres da CCDR-LVT.

Neste caso em concreto, um acesso às fontes oficiais da CMA, nomeadamente a sua página de YouTube, onde está a reunião de Câmara na íntegra, seria suficiente para perceber o contexto da referida frase.

Por fim, afirmámos e reafirmamos que é com agrado que recebemos as declarações do Senhor Ministro quando prevê a elaboração de um plano integrado para toda a frente marítima de Almada e, em particular, para a Fonte da Telha.

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A população da Fonte da Telha concorda com a obra

29 de Junho 2020
Assembleia Municipal de Almada
Inês de Medeiros
Presidente da Câmara Municipal de Almada

“Foram décadas de estudos e durante essas décadas o que aconteceu à Fonte da Telha foi deteriorando-se cada vez mais …. o que aconteceu à duna primária foi deteriorando-se cada vez mais e cada vez mais havia mais carros sobre aquela duna mais autocarros sobre aquela duna……
Se há população que concorda com aquela obra, é a população da Fonte da Telha……
Porque a população da Fonte da Telha tem sentido que há décadas é abandonada e deixada á sua sorte……
Daqui por um ano a terá uma duna primária como há muitos anos não tem na Fonte da Telha…..
Foi tudo feito em articulação com as entidades responsáveis …..
O Pavimento que foi posto é o pavimento que foi aprovado no POC é o pavimento aprovado pelo ICNF…..
Estamos a trabalhar para criar um verdadeiro Plano de Pormenor…..
Estamos a fazer estudos as incidências ambientais e certamente os resultados serão surpreendentes.”

A população da Fonte da Telha concorda com a obra

29 de Junho 2020 Assembleia Municipal de Almada Inês de Medeiros Presidente da Câmara Municipal de Almada“Foram décadas de estudos e durante essas décadas o que aconteceu à Fonte da Telha foi deteriorando-se cada vez mais …. o que aconteceu à duna primária foi deteriorando-se cada vez mais e cada vez mais havia mais carros sobre aquela duna mais autocarros sobre aquela duna……Se há população que concorda com aquela obra, é a população da Fonte da Telha……Porque a população da Fonte da Telha tem sentido que há décadas é abandonada e deixada á sua sorte……Daqui por um ano a terá uma duna primária como há muitos anos não tem na Fonte da Telha…..Foi tudo feito em articulação com as entidades responsáveis …..O Pavimento que foi posto é o pavimento que foi aprovado no POC é o pavimento aprovado pelo ICNF…..Estamos a trabalhar para criar um verdadeiro Plano de Pormenor…..Estamos a fazer estudos as incidências ambientais e certamente os resultados serão surpreendentes.”

Publicado por Sultv em Terça-feira, 30 de junho de 2020

Presidente da República visita Vale de Acór em Almada

27 de Junho 2019
A Associação Vale de Acór, da Diocese de Setúbal, apresentou hoje o livro comemorativo pelos seus 25 anos de existência que contou com a com a presença do presidente de República e do bispo sadino bem como a de Inês de Medeiros Presidente da Câmara da Almada.


“Foi com emoção que comemoramos os 25 anos de Vale de Acor, e se lançou o lindíssimo livro de fotografia de Rui Ochoa. Com a presença do Sr. Presidente da República, o Sr. Bispo de Setúbal e o Pd. Pedro Quintela”
Inês de Medeiros

O evento com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa e D. José Ornelas, Teve lugar na Quinta de São Lourenço, no Pragal, Almada.
O livro comemorativo dos 25 anos de existência da Instituição Particular de Solidariedade Social conta com fotografias de Rui Ochoa, o fotógrafo oficial do atual presidente da República Portuguesa e que foi diretor de fotografia do jornal ‘Expresso’, entre 1989 e 2008.

A Associação Vale de Acór trabalha desde 1994 no âmbito da recuperação e reinserção de dependentes – nomeadamente os toxicodependentes e alcoólicos; toxicodependentes com problemas psiquiátricos; e toxicodependentes reclusos e ex-reclusos, tem uma Comunidade Terapêutica, licenciada pelo IDT, na Quinta de São Lourenço, no Pragal, Almada.

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Inês de Medeiros quer 25 de Abril sem palanque em Almada

25 de Abril 2019

“O Poder em Almada não pode estar num palanque longe do Povo.
O Poder em Almada devia estar lá em baixo junto do Povo.”
Inês de Medeiros



Veja mais fotos em:::::> Almada 2019

PCP faz contra-ataque a PS de Almada

5 DE jANEIRO 2019

Campanha contra “geringonça” de direita. Comunistas não perdoam perda de um dos seus bastiões e dizem que Inês de Medeiros “não está preparada”

Foto : José Fernandes

In Expresso – Rosa Pedroso Limada

Os cartazes estão nas ruas de Almada e deixam clara a mensagem que a CDU quer passar:
“Um ano de retrocesso. Com o PS o concelho de Almada perde!”.
Joaquim Judas, o ex-presidente da Câmara de uma das históricas autarquias que o PCP perdeu nas últimas eleições para as mãos dos socialistas, não poupa na sua sucessora.
Inês de Medeiros “não está preparada” e, pior ainda, depois de um ano à frente dos destinos da autarquia “não tem condições para compreender o que se está a passar”, afirma.
“A tensão política cresceu”, afirma o ex-autarca comunista.
Uma afirmação que, na verdade, só fica a pecar por defeito.
Basta analisar o conjunto de cartazes, panfletos e posts na página do Facebook produzidos pela delegação concelhia para perceber que o clima é de guerra aberta.
“O IMI já podia ter baixado para 0,34%, diz um dos cartazes.
Outro contraria a devolução de 0,5% do IRS de 2019, por apenas beneficiar “poucos” e ser, por isso, “o Robin dos Bosques ao contrário”.
Há ainda críticas às falhas na recolha do lixo, ao apoio à cultura e às artes e até no desenvolvimento em projectos das escolas do concelho.
“O Carnaval das escolas, a semana verde ou as marchas populares das crianças foram vítimas de uma visão elitista e arrogante que levou, em última análise, à sua não realização”, aponta a CDU de Almada.
Os comunistas, que desde a revolução democrática lideraram a autarquia de Almada, viram, no ano passado, a Câmara cair para as mãos do PS por escassos 413 votos de diferença.
Ainda por cima, a vitória da noite eleitoral foi para uma estreante absoluta das lides camarárias, Inês de Medeiros, que conseguiu um acordo com o PSD para viabilizar a gestão de Almada.
Os quatro mandatos de vereação obtidos pela CDU (tantos quantos os obtidos pelo PS) condenaram-nos, assim, a um inesperado estatuto de oposição.
Nas hostes comunistas a hora chegou para passar ao ataque.

Lamentar “profundamente”

Se a “geringonça” nacional funciona, em Almada o cenário é bem diferente.
Joaquim Judas deixou a cadeira de presidente para um lugar não executivo no governo camarário e assume as críticas diretas à nova autarca.
“O PS fez uma política de terra queimada, lançando suspeição infundadas sobre a gestão anterior e afastando quadros camarários com provas dadas”, diz ao EXPRESSO.
Para ele, o “afastamento de todos os directores municipais” tratou-se de um “saneamento inaceitável”, baseado “na suspeita de que seriam correias de transmissão da CDU”.
“Os dirigentes foram todos sujeitos a concurso”, alega Joaquim Judas.

Cartazes, sessões de esclarecimento e acções de rua. O PCP quer recuperar Almada e já começou a fazer campanha

“Lamentamos profundamente”, diz, desafiando Inês de Medeiros a cumprir a “obrigação de comunicar à vereação os resultados da auditoria instaurada à gestão camarária”.
O executivo socialista abriu um inquérito ao trabalho realizado pelos antecessores.
Joaquim Judas garante que havia “uma auditoria da Inspeção-Geral de Finanças que estava a decorrer no mandato da CDU” que já terá sido apresentada à presidente da Câmara.
“Esperemos que cumpra o seu dever de informação”.
A troca de críticas tem um objectivo político.
A direcção comunista acredita que com a gestão do PS “ houve uma paralisia” do trabalho da autarquia e até “uma redução de dois milhões de euros de receita”.
“Como o fogo de artifício, ainda há luzes no ar, mas a carga toda já explodiu”, conclui.
Mas, o alvo fica mais longe:
“Há a expectativa de recuperar a Câmara de Almada”, assume Joaquim Judas.
“Temos aqui responsabilidades que assumimos há mais de 40 anos, temos um profundo conhecimento da zona e somos quem está nas melhores condições”, diz.
A mobilização começa já. As eleições só ocorrem mesmo em 2021.
Até ao fecho desta edição (EXPRESSO) não foi possível contactar Inês de Medeiros, a autarca socialista de Almada.
rlima@expresso.impresa.pt

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“A pressão imobiliária sobre Lisboa pode aumentar os bairros de lata em Almada”

3 de Janeiro 2019

Em entrevista à Renascença e ao “Público”, Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, critica a herança que recebeu da CDU: “Permanecer muito tempo no poder dá sempre mau resultado.”

O Governo até tem muitos ministros da Margem Sul, mas não está a perceber a urgência com que é preciso resolver a ligação a Lisboa, diz a presidente da Câmara de Almada em entrevista à Renascença e ao “Público”. Além dos transportes, Inês de Medeiros olha para a habitação e para a erradicação das barracas como um problema em que também é preciso que o Governo se envolva.

Diz que Almada tem problemas endémicos, mas Almada foi governada durante 40 anos pelo mesmo partido. O que a surpreendeu nessa herança?
Houve questões ideológicas que fizeram com que Almada perdesse uma série de oportunidades e de comboios. Uma das questões mais flagrantes tem a ver com a habitação. A CDU sempre considerou que a habitação era um problema central e só acessoriamente era municipal. Havia um descartar de responsabilidades ou porque era do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) ou do Porto de Lisboa ou do Governo central. Havia uma tentação de limitar aquilo que eram as responsabilidades municipais. Vê-se a dificuldade do PCP relativamente ao diploma da descentralização.

Essa tentativa de desresponsabilização sucessiva criou problemas. No caso da habitação, não havia um regulamento de atribuição municipal, não havia um levantamento sólido de quem são aquelas pessoas, não havia nenhum tipo de fiscalização. O PER foi cumprido a 60%. Almada nunca conseguiu acabar com as suas barracas e não sei até que ponto houve um empenhamento real nisso. Neste momento, temos mais do que tínhamos nos anos 90.

Como vai resolver o problema do bairro de lata Segundo Torrão?
Não é só no Segundo Torrão, mas também nas terras da Costa – e a pressão imobiliária sobre Lisboa faz com que corramos o risco de ver aumentados os bairros de lata. Não é um problema que Almada possa resolver sozinha. Vamos ter que a certa altura construir novos programas com a secretaria de Estado da Habitação. Vamos finalizar a estratégia a cinco anos que temos que apresentar ao Governo, vamos possibilitar que privados que tenham habitações em más condições possam eles próprios candidatar-se e temos que arranjar programas de renda acessível como em Lisboa.

Falou do problema da pressão imobiliária de Lisboa. Almada já sente esses efeitos?
Já. O IMT aumentou imenso. Houve um grande movimento de reabilitação e novas transações. Depois, vê-se que, por exemplo, Cacilhas tem muitos novos habitantes. Felizmente estamos mais com alugueres de longa duração e aquisição mas não quer dizer que não venhamos a ter mais Airbnb, mas deve ficar concentrado nas zonas mais junto ao rio. Sente-se também no aumento de preços de venda e arrendamento.

Como acompanha o problema da falta de oferta dos barcos da Transtejo?
Com grande preocupação. Tenho falado com a empresa e com o Governo. Vão ser lançados concursos para a compra de novos barcos mas são processos longos. Nós temos um problema imediato. Não faz sentido continuar a adiar um investimento prioritário. É preciso arranjar uma solução alternativa, seja aluguer de barcos.

A administração central não está a olhar para a Margem Sul?
Tem olhado. Há vários ministros da Margem Sul (risos). Não estão a perceber talvez a urgência até porque a ponte 25 de Abril vai entrar em obras de manutenção.

Continua a faltar a terceira ponte.
A terceira travessia. Não sei se é ponte ou túnel. No imediato, entre a ponte e o túnel é o barco. É preciso que a Transtejo arranje navios. É preciso garantir um aumento significativo das travessias e é preciso pensar algumas travessias. Belém (que faz ligação a Trafaria e Porto Brandão), por exemplo, é o sítio menos prático que existe. Era importante ligação a Cais do Sodré ou Alcântara ou até Algés, que fosse parar a um interface.

A ponte 25 de Abril vai entrar em obras. Foram previstas alternativas?
As obras serão feitas em período nocturno e aos fins-de-semana. No Verão, arrisca-se a ser um bocadinho mais complicado. O período muito longo para as obras deve-se ao facto de os períodos em que se pode trabalhar serem muito reduzidos. Independentemente das obras, a ponte chegou a um limite. Não dá para aumentar. A prioridade é investir nos barcos e encontrar uma resposta rápida que passa por mais navios e por repensar as rotas das ligações fluviais. A estrutura para o túnel do lado de Almada já foi toda feita, como do lado de Algés. Só falta o túnel. Já que a estrutura está feita vamos aproveitar para fazer a ligação por barco.

O presídio da Trafaria foi uma prisão política no tempo do salazarismo. Quer lá fazer um grande Instituto de Artes e Tecnologia. Esse projecto conta com o apoio das restantes forças políticas? Qual a melhor maneira de preservar a memória?

O PCP não pode falar de preservar a memória. Convido-a a ir visitar a Celas. Com o estado de degradação em que está é um bocado irónico ter o PCP preocupado com a memória. As celas têm graffitis, ratos Mickeys. Inscrições de presos, já não há nem uma. Estamos em conversações com a Universidade Nova, sendo que a parte das celas continuará sob domínio da câmara e será reabilitado. Se há uma força política que não pode vir com essa preocupação da história, dado o estado absolutamente deplorável a que deixaram chegar o presídio é o PCP.

No balanço de um ano de mandato, disse que a CDU é “mau patrão” e que encontrou “um clima de medo”. De que forma?

Fiquei muito impressionada, de facto, com as condições de trabalho dos nossos trabalhadores. Falo de coisas tão básicas como o facto de os balneários femininos, no caso dos viveiros, nem sequer terem uma cortina. Noutros locais, há trabalhadores em contentores. É uma situação que me chocou muito. Eu faço parte da geração das crianças de Abril. Tenho um imenso respeito pelo PCP e pelo seu papel. Para mim, nem sequer é muito fácil ter este discurso, mas que é um discurso de verdade, e que eu nem estava à espera de encontrar. Estava à espera de encontrar aquele lado mais conservador, uma coisa muito organizada. Permanecer muito tempo no poder perverte sempre o sistema democrático, as prioridades políticas. Não é tanto a questão do PCP ou da CDU. Felizmente agora há limitação de mandatos. Este permanecer no poder durante tanto tempo dá sempre mau resultado.

Daí o clima de medo de que fala?
Penso que sim. Isto atrai uma grande informalidade e não é só a vereação que se mantém no poder mas os próprios dirigentes e depois relações muito próximas e um domínio com um sistema de apoios públicos que não era condizente com a boa gestão pública.

Veja mais em :::> RENASCENÇA

Prémio Literário Cidade de Almada

07/11/2018

Júri premeia duas obras desafiantes de vivências nem sempre fáceis

Carla Pais e Ana Pessoa venceram os concursos literários promovidos por Almada. Dois desafios em estilos de escrita diferentes; um sobre as complexas relações entre homens e mulheres, e o outro sobre emoções, dilemas e incertezas da adolescência

Carla Pais em prosa e Ana Pessoa na categoria literatura juvenil viram as suas obras reconhecidas este ano pelo júri que, em Almada, premiou a sua produção literária.

O romance “Um cão deitado à fossa” de Carla Pais, venceu a 30.ª edição do Prémio Literário Cidade de Almada, enquanto o original “Aqui é um bom lugar” de Ana Pessoa foi distinguido na 13.ª edição Prémio Literário Maria Rosa Colaço.

O júri do Prémio Literário Cidade de Almada considerou o romance “Um cão deitado à fossa” foi escrito num registo gráfico e literário “totalmente diferente” que, através de uma “forma de comentário estilisticamente muito cativante mas de grande contundência”, apresenta “uma espécie de libelo acusatório desse universo tipificado por homens egoístas e mulheres submissas”.

No caso do original “Aqui é um bom lugar”, a apreciação do júri do Prémio Literário Maria Rosa Colaço considerou este registo autobiográfico de uma jovem em passagem da escola secundária para a universidade como “verosímil e forte” que envolve “facilmente” o leitor levando-o a “identificar-se não apenas com as vivências partilhadas mas também com a linguagem e o estilo, muito contemporâneos, que distinguem o relato”.

Nas edições deste ano participaram cerca de meia centena de obras originais, tendo a Câmara de Almada atribuído a cada uma das autoras premiadas um prémio monetário no valor de cinco mil euros.

Lançado pela Câmara Municipal de Almada, o Prémio Literário Cidade de Almada é considerado uma referência nacional na área da literatura e na promoção da criação literária em língua portuguesa. Quanto ao Prémio Literário Maria Rosa Colaço, também organizado pela autarquia, pretende homenagear a ilustre escritora e incentivar a criatividade literária de autores portugueses, nos domínios da literatura infantil e juvenil.

Humberto Lameiras

Veja mais em ::::> Diário da Região

PS de Almada Comemora 1.º ano de gestão socialista na Câmara Municipal


PS Almada 29 de Outubro 2018
“Está comemoração foi também a comemoração de 40 anos de luta dos socialistas Almadenses pela conquista da sua câmara municipal.
O PS travou aqui em Almada uma enorme luta democrática pelo seu projecto político, pelos seus valores.
Foram centenas de autarcas que ao nível das juntas de freguesia, das diversas assembleias de freguesia e municipais deram o seu melhor, foram muitos anos de militância numa luta sempre desigual contra um poder instalado.
Está comemoração é também uma homenagem sincera a todos os militantes, a todos os autarcas que , ao longo destes 40 anos fizeram este caminho até ao dia de hoje.
Uma palavra de saudade e reconhecimento para todos aqueles que embora já tenham partido permanecem na nossa memória e nos nossos corações.
A vitória do PS em Almada foi especial , épica , mas acima de tudo foi uma vitória de afirmação , uma lufada de ar fresco na política caduca de um poder instalado no nosso concelho durante 40 anos
Com o ps Almada pode , pode e vai mudar.
ALMADA TEM FUTURO E ESSE FUTURO COMEÇOU A SER TRAÇADO A UM ANO ATRÁS #

Foto João Couvaneiro

Veja mais em :::> PS Almada

Assembleia Municipal de Almada 13/9/2018 (12)

Inês de Medeiros (PS) – Presidente da Câmara Municipal

“Quero deixar isto muito claro a Câmara Municipal de Almada, por parte do seu executivo não vai propor nenhuma aceitação sem uma avaliação total e absoluta das condições em que essas transferências vão ser passadas …. Não há aceitação em bloco…. O que os Senhores vão votar é a recusa em bloco sem conhecerem, mas se esta proposta chumbar não significa a aceitação em bloco sem conhecerem, nem o executivo aceitaria uma condição dessas, nem a Associação Nacional de Municípios. …. Todas as Entidades envolvidas disseram claramente que os Municípios não têm de se pronunciar porque o prazo não foi cumprido”

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