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As vitórias e derrotas na Península de Setúbal

27 de Outubro 2021

Inês de Medeiros reforça vitória em Almada

Inês de Medeiros consegue reforçar a vitória em Almada, mantendo assim a Câmara na gestão do PS

A CDU, com Maria das Dores Meira, mantém os mesmos quatro eleitos na Câmara, ao recolher 21 006 votos, e uma percentagem de 29,69%.

CDU vence em Sesimbra mas sem maioria absoluta

Francisco Jesus reeleito. PS ganhou Freguesia de Quinta do Conde. Chega elegeu um vereador

No total dos votos, a CDU obteve 34,5% e três vereadores, o PS ficou com 30% e também três vereadores. O sétimo vereador ficou para o Chega, que foi a terceira força mais votada, à frente do PSD e do movimento independente Sesimbra Unida.

O PS conseguiu conquistar a Junta de Freguesia da quinta do Conde, a maior do concelho, sendo que nas outras duas a CDU segurou a maioria absoluta.

CDU pode perder Moita para o PS

Carlos Albino novo Presidente da Câmara da Moita

PS e já ganhou freguesias da Moita, Alhos Vedros e Gaio Rosário

Joaquim Santos sobe votação no Seixal

Henrique Freire, do Chega, foi eleito vereador na Câmara do Seixal, com 8,07% (5 022 votos) sendo o único eleito do partido de André Ventura no Distrito de Setúbal. Consegue assim ultrapassar o Bloco de Esquerda, que não elege Francisco Morais.

O comunista Joaquim Santos é reeleito presidente da Câmara do Seixal, com 23 485 votos, o que lhe confere 37,74%, e cinco mandatos (36,54% em 2017). O PS, com Eduardo Rodrigues como cabeça-de-lista obteve 19 204 votos que resulta em 4 mandatos e uma percentagem 30,86.

O PSD, elege Bruno Vasconcelos com 5 795 votos (9,31%).

Na votação para a Câmara, o PS vence na Freguesia de Fernão Ferro, e a CDU na União de Freguesias de Seixal/Arrentela/Aldeia de Paio Pires, na Amora e em Corroios.

Álvaro Amaro dá novo triunfo à CDU em Palmela mas ainda não chega à maioria absoluta

A CDU estás prestes a reeditar mais uma vitória com Álvaro Amaro em Palmela, mas pode não alcançar a maioria absoluta que perdeu há quatro anos.

Carlos de Sousa, cabeça-de-lista pelo Movimento Independente pelo Concelho de Palmela, é eleito para a vereação. Já José Calado, pelo MIM/CDS, perde o lugar que ocupava no executivo.

O PS, segunda força mais votada para a Câmara Municipal, mantém a Junta de Palmela e conquosta a Junta de Quinta do Anjo à CDU.

A CDU mantém as juntas de Pi hal Novo e da União das Freguesias de Poceirão e Marateca.

PS à frente no Montijo mas deve perder maioria absoluta

O PS, com Nuno Canta, lidera a votação para a Câmara Municipal do Montijo, mas está em risco de perder a maioria absoluta reconquistada há quatro anos.

A coligação PSD/CDS/Aliança é neste momento a segunda força política mais votada.

A CDU conquistou a Junta de Freguesia de Sarilhos Grandes ao PS.

CDU à frente em Setúbal deve vencer com maioria relativa

André Martins garante CDU na Câmara Municipal de Setúbal com maioria relativa

Na votação para a Câmara Municipal a CDU tem mais 1100 votos do que o PS e para a Assembleia Municipal essa vantagem é de 1050 votos.

Com estes resultados, a CDU tem garantidos 5 vereadores, o PS 4 e o PSD 2.

BARREIRO

Festa da Vindimas Palmela 2021

5 de Setembro 2021 Palmela é vinho, gentes e tradição

Comissão da Festa das Vindimas

“Festejaremos como for possível. De forma contida, medida, calculada para assegurar que poderemos voltar a fazê-lo como antigamente. Não deixaremos de a assinalar.
Recebamos com orgulho a nossa nova Rainha! Brindemos à vida no nosso Mercado de Vinhos!
Escolhamos uma das provas desportivas para participar! Assistamos aos espetáculos que for possível proporcionar!
Mas sempre com a alegria e bairrismo que nos caracteriza, porque afinal…
… as Vindimas somos todos Nós!!!”

5 de Setembro 2021

PISA DA UVA E BÊNÇÃO DO 1º MOSTO

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“Este é um ano com um vinho abençoado”

Diário do Distrito Setembro 5, 2021

Em ano atípico, as tradicionais Festas das Vindimas, estão a decorrer na vila de Palmela, uma das mais importantes festas do concelho que move todos os anos milhares de visitantes durante 5 dias. A organização das festas este ano decidiu avançar com a edição, mas noutro formato e modelo, mais restritivo devido à condição pandémica que Portugal atravessa.

Este domingo de manhã, todos os caminhos foram dar ao Largo do Município, em Palmela, para a tradicional pisa da uva, pelas 11h00, deu-se inicio a uma pisa que foi acompanhada pelas memórias dos hinos das festas, desde 1974 até aos dias de hoje.

A Sociedade Filarmónica Humanitária, levou o seu cavalinho que se fez acompanhar por elementos das marchas e que brindaram o público presente com muita música e memórias de outros tempos. Perto das 12h00, o Grão-Mestre da Confraria do Moscatel de Setúbal, o enólogo Filipe Cardoso, dava a boa nova: “Este é um ano que mais uma vez no dá um vinho abençoado”, no fraco som instalado para a ocasião, ouviu-se que a colheita de 2021 terá vinhos com 13.25.

Depois de anunciado o grau da uva, foi tempo de levar ao altar improvisado em frente à Igreja de S. Pedro, várias pipas que transportaram o 1º Mosto, que foi abençoado pelo pároco local. Vinho esse que é todos os anos oferecido para as missas daquela paróquia.

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Trabalhadores temem perda de centenas de empregos no parque industrial da Autoeuropa

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores da Autoeuropa assumiu esta sexta-feira, em comunicado, recear a perda de centenas de empregos no parque industrial, que está sem condições para trabalhar sete dias por semana, após a pandemia de Covid-19.

Após ter confirmado, no início de abril, que as empresas do parque industrial já tinham despedido 500 trabalhadores temporários desde o início do surto do novo coronavírus, a entidade adiantou que esta sexta-feira mais de mil pessoas já foram para o desemprego e mostrou-se “apreensiva” quanto a mais despedimentos, quando a maior parte das empresas está sem condições para trabalhar em todos os dias da semana.

“Na maioria das empresas, neste momento, não estão reunidas condições para voltar a laborar sete dias por semana (…). Das quatro equipas de trabalho existentes anteriormente, apenas três estão no ativo e a assegurar três turnos diários, de segunda a sexta-feira, o que nos deixa mais apreensivos no que respeita a centenas de postos de trabalho, a juntar aos quase mil que já foram para o desemprego”, lê-se na nota.

A coordenadora das Comissões de Trabalhadores frisou que o “estado de precariedade” na Autoeuropa tem-se “acentuado”, tendo mencionado os despedimentos de “trabalhadores com vínculos laborais temporários” e de “trabalhadores cujos contratos não estão a ser renovados”.

A entidade salientou também que “o regime de ‘lay-off’ simplificado aplicado pelo Governo como medida de apoio às empresas” deve “contemplar a salvaguarda de todos os postos de trabalho”, de forma a que as empresas não “continuem a enviar trabalhadores para o desemprego”, criando “um esforço financeiro em duplicado para o sistema de Segurança Social do país”.

A organização denunciou ainda que algumas das 19 empresas localizadas no complexo industrial, em Palmela, “manifestam a intenção de não cumprirem os acordos internos assinados com as respetivas comissões de trabalhadores”, algo que não está disposta a aceitar.

“A coordenadora vem por este meio comunicar a todas as administrações de todas as 19 empresas implementadas neste parque industrial que, caso não exista um compromisso de cumprimento de todos os acordos em vigor, iremos mobilizar todo o coletivo de trabalhadores no sentido de demonstrar claramente que este é um período em que o esforço tem de ser conjunto e repartido entre trabalhadores e administrações”, refere o comunicado.

Na nota emitida, a organização alegou ainda que a “decisão mais fácil para as empresas tem sido despedir” e que a “legislação portuguesa permite o tipo de decisões que estão a ser tomadas”, tendo pedido aos gestores que “assumam a sua responsabilidade no sentido de haver o menor impacto social possível”.

A entidade coordenadora das Comissões de Trabalhadores informou ainda que vai enviar pedidos de audiência aos ministérios da Economia e do Trabalho e, possivelmente, às administrações das empresas da Autoeuropa, para encontrar “soluções que garantam o diálogo e a paz social” existentes naquele parque industrial “há mais de 25 anos”.

Lusa

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Autoeuropa suspende produção à meia-noite

15 de Março 2020

Palmela, 11/02/2011 – Autoeuropa Volkswagem Trabalhadores na linha de montagem ( João Girão / Global Imagens ) Autoeuropa Volkswagem Autoeuropa Volkswagem

A Autoeuropa vai parar a produção a partir da meia-noite. Os dois primeiros turnos de segunda-feira foram cancelados pela unidade fabril de Palmela, numa decisão comunicada este domingo aos trabalhadores.

A confirmação foi dada ao JN pela Comissão Coordenadora de Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa.

Daniel Bernardino, porta-voz, desconhece as razões para a decisão conhecida pouco depois das 18 horas de domingo.

O JN entrou em contacto com fonte oficial da Autoeuropa, que por agora decidiu não comentar o assunto, deixando para esta segunda feira qualquer comunicação.

Ao que foi possível apurar, na sexta-feira foi comunicado aos trabalhadores que as carrinhas Sharan e Alhambra iam deixar de ser produzidas a partir de segunda. Medida tomada na sequência da previsível diminuição da mão-de-obra na fábrica de Palmela, já que os trabalhadores teriam de ficar em casa com os filhos devido ao encerramento das escolas.

No sábado, entraram novas equipas na linha de produção durante o turno da tarde e, volvidas 24 horas, a fábrica decidiu suspender totalmente a produção nos primeiros dois turnos de segunda-feira, dia em que a administração vai reunir.

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Carlos Sousa candidata-se a Palmela como independente

Depois de ter governado as câmaras de Palmela e Setúbal, Carlos Sousa retirou-se da política em rota de colisão com o PCP, do qual se desfilou. Agora está de volta, mas como independente

 

 

O ex-presidente da Câmara de Palmela Carlos de Sousa revelou ontem que vai recandidatar-se ao cargo como independente nas próximas eleições autárquicas, 19 anos depois de ter liderado os destinos daquele concelho pela CDU.
“Vou candidatar-me novamente a presidente da Câmara de Palmela, liderando um grupo independente de cidadãos”, anuncia o antigo autarca eleito pela CDU, numa carta a que a agência Lusa teve acesso e que vai ser enviada esta semana à população do concelho pelo grupo de cidadãos independentes – Movimento de Cidadãos pelo Concelho de Palmela.
“Sou o mesmo homem, com a mesma energia e dinâmica, os mesmos sonhos, mas com mais experiência enquanto gestor e enquanto ser humano”, acrescenta na missiva, Carlos de Sousa, que, além de presidente da Câmara de Palmela entre 1994 e2001, foi igualmente presidente da Câmara de Setúbal de 2001 a 2006, cargo que acabou por abandonar pouco depois de ter sido reeleito para um segundo mandato, em rota de colisão com o próprio partido, o PCP, que, entretanto, também deixou.
O antigo autarca comunista revela ainda que, ao longo dos últimos 14 anos, desde que deixou o município de Setúbal, declinou vários convites para se recandidatar, como independente, à presidência das câmaras municipais de Palmela e Setúbal.
Residente no concelho de Palmela, Carlos Manuel Barateiro de Sousa, de 68 anos, é, actualmente, presidente do Centro Social de Palmela e do Centro Jovem Tabor, em Setúbal.
Além da presidência dos dois municípios, Carlos de Sousa foi coordenador de dois planos de desenvolvimento regional – Plano Integrado de Desenvolvimento do Distrito de Setúbal e Plano Estratégico de Desenvolvimento da Península de Setúbal.
Já depois de se afastar do PCP, em 2006, Carlos de Sousa liderou vários projetos de desenvolvimento estratégico em Cabo Verde (2007-2010), em Angola (2013-2015) e Moçambique (2016).
Nas próximas eleições autárquicas, em 2021, Carlos de Sousa deverá ter como principal adversário o candidato designado pelo antigo partido, o PCP, principal força política da Coligação Democrática Unitária, que governa o concelho de Palmela com maioria absoluta desde as primeiras eleições autárquicas após a Revolução de Abril de 1974, com excepção do actual mandato, em que obteve apenas uma maioria relativa.

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Autoeuropa duplicou produção em 2018 e já representa 1,6% do PIB

A fábrica de automóveis da Volkswagen em Palmela registou também um aumento de 67% na exportação de bens e teve um impacto de 5% no valor das exportações portuguesas.

A Autoeuropa registou no ano passado um aumento de 106% na produção relativamente a 2017 e já representa 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB), anunciou esta quarta-feira a empresa, baseando-se nos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística. De acordo com a administração, em 2018, a fábrica de automóveis da Volkswagen em Palmela registou também um aumento de 67% na exportação de bens e teve um impacto de 5% no valor das exportações portuguesas.
Segundo uma nota de imprensa da Autoeuropa, “estes indicadores revelam o impacto positivo que a fábrica de Palmela teve na economia nacional no ano transato, período em que foram produzidas 223.200 unidades (mais 106% que em 2017), um volume que equivale a 75% de toda a produção automóvel em Portugal”. De acordo com a Autoeuropa, além do aumento de produção de automóveis, a unidade de prensas também contribuiu para o aumento significativo de produção do ano passado, com a exportação de cerca de 20 milhões de peças, resultado que “reforçou o papel da Volkswagen Autoeuropa como segundo maior exportador nacional”. A Autoeuropa salienta ainda que tem previsto para este ano de 2019 um novo investimento de 110 milhões de euros, com o objetivo de aumentar a capacidade de produção do T-Roc e de dar resposta à crescente aceitação deste modelo no mercado. Este investimento de 110 milhões de euros na fábrica de Palmela, que tem atualmente cerca de 5.800 colaboradores, destina-se, também, à expansão da unidade de cunhos e cortantes, responsável por vários projetos para o Grupo Volkswagen. A Autoeuropa está a produzir diversos modelos para a marca alemã, designadamente os monovolumes Volkswagen Sharan e SEAT Alhambra, bem como o novo T-Roc, veículo que tem tido grande aceitação no mercado mundial e que é responsável pelo aumento significativo da produção na fábrica de Palmela.

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Novo barco em Leixões carrega automóveis da Autoeuropa

Fábrica de Palmela muda de estratégia e passa a carregar navio a partir do Norte do País.

A Autoeuropa decidiu carregar um navio no porto de Leixões como alternativa à paralisação de estivadores no porto de Setúbal, que tem limitado a exportação de automóveis produzidos pela fábrica de Palmela, apurou o CM. A solução surge depois de o carregamento em Setúbal, que na semana passada obrigou à intervenção da polícia para permitir o acesso dos trabalhadores temporários ao porto, ter ficado aquém das expectativas. Atracou esta madrugada no porto de Leixões o navio ‘Patara’, proveniente do porto de Santander, em Espanha, que será carregado ao longo do dia de hoje com centenas de automóveis da Volkswagen que há duas semanas aguardam embarque nos vários parques de estacionamento da fábrica e de infraestruturas a que Autoeuropa recorreu. A fábrica do grupo Volkswagen está a produzir 880 unidades diárias. Só esta semana, numa primeira leva, o porto de Leixões vai receber 700 carros da fábrica. Ontem, tinham chegado àquela infraestrutura 100. Mas esta não será a única estação portuária a escoar os veículos. O CM sabe que os portos de Santander e Vigo, em Espanha, serão também usados para colmatar o vazio deixado pelo porto de Setúbal desde que os estivadores eventuais iniciaram uma paralisação, a 5 de novembro. Pelo menos sete navios já regressaram de Setúbal ao país de origem completamente vazios. Ontem, o Sindicato dos Estivadores e da Atividade Logística (SEAL) admitiu convergência nas posições dos estivadores e dos operadores logísticos, depois da intervenção do Governo no braço de ferro. “Os números aproximaram-se bastante, mas não em relação aos salários”, afirmou António Mariano, presidente do SEAL.

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Autoeuropa suspende turno da noite por falta de peças

Por Raquel Oliveira e J.C.M.|22.11.18

Bloqueio das estradas em França leva a rutura nos fornecimento da fábrica de Palmela.

A Autoeuropa viu-se esta quinta-feira obrigada a parar o turno de produção da noite, devido à falta de peças para manter a linha de montagem em funcionamento. Ao que o CM apurou, a situação está relacionada com o bloqueio rodoviário que está em curso em França. Os protestos dos ‘coletes amarelos’ contra os aumentos de impostos sobre os combustíveis deixou bloqueados milhares de camiões de transporte, o que afetou o fornecimento à fábrica da Volkswagen de Palmela. O CM apurou que o turno previsto para as 00h00 desta sexta-feira foi cancelado, devendo a produção ser retomada pelas 7h00. Lembre-se que a fábrica de Palmela também está a ser seriamente afetada pela greve em curso no Porto de Setúbal, que tem impedido a exportação de milhares de veículos produzidos em Portugal.

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Casa Ermelinda Freitas ganha melhor vinho tinto de portugal na korea

Palmela
17/08/2018

Cabernet Sauvignon foi eleito o melhor vinho tinto Português da competição.

A Casa Ermelinda Freitas, obteve um total de 10 prémios com os seus vinhos nas mundialmente famosas competições, “Korea Wine Challenge 2018” (1 Medalha de Ouro, 3 Medalhas de Prata, 1 de Bronze), na mesma competição viu o seu vinho CEF Cabernet Sauvignon Reserva 2015 premiado como o melhor Vinho Tinto Português. No “Berliner Wein Trophy – Edição de Fevereiro 2018”, (4 Medalhas de Ouro, 1 Medalha de Prata). Estes prémios servem para reforçar a grande qualidade reconhecida a nível nacional e internacional dos vinhos da Casa Ermelinda Freitas, que desde de 1999 já obteve mais de 1000 prémios, fruto do reconhecimento dos seus consumidores que tem preferido os vinhos da Casa Ermelinda Freitas. “Korea Wine Challenge 2018” São 5 medalhas (1 de ouro. 3 de prata, 1 de bronze) melhor vinho português tinto da competição. Melhor Vinho Tinto Português: – CEF Cabernet Sauvignon Reserva 2015 Medalhas de Ouro: – CEF Moscatel Roxo de Setúbal Superior 2010 Medalhas de Prata: – CEF Alicante Bouschet Reserva 2016 – CEF Sauvignon Blanc & Verdelho 2016 – Vinha do Rosário – Syrah 2016 Medalhas de Bronze: – Vinha do Fava – Touriga Nacional 2017 “Berliner Wein Trophy – Edição de Fevereiro 2018” São 5 medalhas (4 de ouro e 1 de prata). Medalhas de Ouro: – Dona Ermelinda Branco 2017 – Vinha do Rosário – Verdelho 2017 – Baía de Tróia – Castelão 2017 – Rocksand Shiraz 2016 Medalha de Prata: – CEF Sauvignon Blanc 2017 Conheça este e outros vinhos em www.ermelindafreitas.pt

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Autarcas dão milhares a empresários amigos

7 de Maio 2018

COMUNISTAS

EMPRESAS DE COMINICAÇÃO E ARTES GRÁFICAS QUASE SÓ TÊM AUTARQUIAS DO PCP COMO CLIENTES NO ESTADO.

Desses, cerca de 30 estão ligados ao PCP: autarquias de Alcácer do Sal, Avis, Alcochete, Moura, Moita, Grândola, Barreiro, Palmela, Santiago do Cacém, Cuba, Montemor-o-Novo e Vendas Novas e os Serviços de Água e Saneamento de Almada – todos eles liderados pela CDU à data dos contratos.

Duas Empresas de Setúbal ganharam cerca de 648 mil euros em dez anos, sobretudo com autarquias do PCP.
A Mimir, firma de consultadoria, e a empresa de artes gráficas Regiset quase só têm câmaras comunistas na lista de entidades públicas com as quais assinaram contratos desde 2008.

As empresas são lideradas por Carlos Menezes, que fez parte de uma comissão de empresários de apoio à CDU nas legislativas de 2002, e Pedro Magro Ramos, que em 2009 ficou em 4º lugar como candidato à Câmara de Oeiras pela CDU.

Na lista de clientes públicos da Mimir, segundo o portasl Base, contabilizam-se nove contratos e cinco clientes :
Autarquias do Seixal, Loures e Moura, todos liderados por comunistas à época dos contratos;
Área Metropolitana de Lisboa que, em 2015, data do contrato, era liderada por Demétrio Alves, histórico autarca de Loures pelo PCP;
e a Associação de Municípios de Setúbal que à data dos contratos (2008 e 2009) era liderada por Alfredo Monteiro,ex autarca do Seixal.A empresa já ganhou 404.270 Euros.

O facto é ainda mais visível no caso da Regiset:
tem 34 contratos com 17 clientes no Estado, desde 2009.Desses cerca de 30 estão ligado ao PCP:
Autarquias de Alcácer do Sal, Avis, Alcochete, Moura, Moita, Grãndola, Barreiro, Palmela, Santiago do Cacém. Cuba. Montemos o Novo e os

Serviços de água e Saneamento de Almada

todos eles liderados pela CDU à data dos contratos. Arrecadou 244.320 euros.
Confrontada pelo CM, a Regiset diz não entender o “objetivo das questões”. “A nossa carteirade clientes é diversificada, que no plano público/intitucional quer no plano privado.
A Mimir não respondeu.

Veja mais em ::::> Correio da Manhã

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