Tag: Saúde

Autarquia de Setúbal aprova moção em defesa da saúde

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A Câmara Municipal de Setúbal aprovou, na última reunião pública, uma moção pela defesa do Serviço Nacional de Saúde. Pedro Pina refere que é contra que “todos tenham de pagar para ter acesso ao Serviço Nacional de Saúde (SNS)”. O vereador da CDU considera que o Governo tem seguido uma “política meramente economicista”, classificando esta situação “escandalosa num país cada vez mais pobre”.

Já Graça Ramos refere que é “contra a maioria das citações que fazem parte da moção aprovada”. A vereadora do Partido Social-Democrata (PSD) questiona o executivo municipal sobre “com que dinheiro querem garantir o acesso gratuito ao serviço nacional de saúde”, acrescentando que nos últimos anos “tem havido inúmeros abusos no SNS”. Graça Ramos esclarece que apesar de concordar que a população tenha acesso ao serviço nacional de saúde, considera que “quem tem dinheiro tem de pagar, tal como são pagos outros serviços públicos”.

Por sua vez, o vereador do Partido Socialista (PS) diz “estar de acordo com o vereador Pedro Pina”, uma vez que defende que se deve “combater esta política economicista que o Estado está a adotar no que diz respeito à saúde”. Fernando Paulino entende que se “trata de uma questão da dignidade da pessoa humana”.

A moção considera que na região de Setúbal o desinvestimento na saúde é evidente no “esvaziamento do Centro Hospitalar Barreiro Montijo”, do “Centro Hospitalar de Setúbal” e na “não construção de um hospital no concelho do Seixal, um compromisso assumido pelo Governo”. Este tipo de situações colocam em causa “a qualidade dos cuidados prestados no já sobrelotado Hospital Garcia de Orta, concebido para prestar serviço a 150 mil utentes” e que “serve atualmente mais de 400 mil utentes nos concelhos de Almada” e “Seixal”, refere o documento.

O texto aprovado sublinha ainda que Setúbal “é das regiões do país onde há um maior número de utentes sem médico de família atribuído” e que continuam por “construir um conjunto de novas unidades de centro de saúde”, nomeadamente no “Feijó, Corroios, Foros da Amora” e “Pinhal Novo”, entre outros.

A moção salienta que, mercê das “políticas seguidas pelos sucessivos governos”, o futuro do SNS é posto em causa com os “constantes aumentos das taxas moderadoras”, pelo “encerramento dos serviços de proximidade, unidades de saúde” e “serviços de atendimento permanente” e “desrespeito” e pelo “desrespeito” e “afronta aos profissionais do sector”. O desinvestimento público, a privatização de serviços, o encerramento e concentração de serviços hospitalares e a redução de valências são algumas das políticas apontadas para o declínio do Serviço Nacional de Saúde, assim como os ataques aos direitos fundamentais dos profissionais de saúde.

O documento realça que “por mais que o Governo diga que os cortes drásticos são para a defesa do SNS, a verdade é que estão a conduzir à sua asfixia” e “desmantelamento, com vista a entregá-lo a privados que veem na saúde” e, sobretudo, na “doença, uma oportunidade grande de negócio”. A defesa e o reforço do SNS como serviço público, geral, universal e gratuito, como garantia de acesso a todos em qualidade aos cuidados de saúde, é uma das exigências subscritas pela Plataforma Península de Setúbal em Defesa do Serviço Nacional de Saúde.

Outras reivindicações referem-se ao fim da privatização dos serviços de saúde, à eliminação das taxas moderadoras, à adoção de medidas para minorar os tempos de espera nas consultas de especialidade e respetivos exames de diagnóstico, a par do reforço dos recursos humanos e materiais dos cuidados de saúde primários.
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Consolas de jogos e realidade virtual ajudam doentes a recuperar de AVC

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Um projeto de doutoramento que envolve o uso de consolas de jogos e computadores está a ajudar doentes vítimas de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) a recuperarem as capacidades motoras e cognitivas através da realidade virtual.

O projeto ‘NeuroRehab Lab’ está a ser desenvolvido no Instituto de Tecnologias Interativas da Universidade da Madeira (M-ITI) por Ana Lúcia Faria, e visa a utilização das novas tecnologias na reabilitação de doentes vítimas de AVC.

Ana Lúcia Faria explicou que as ferramentas interativas treinam a recuperação motora, por exemplo, “do braço afetado pelo AVC”, como também “tratam os défices de memória, linguagem, funções executivas e atenção”.

“Na reabilitação tradicional, temos uma repetição de movimentos e de tarefas com vista a melhorar a plasticidade cerebral. Através da realidade virtual vamos poder oferecer, não só em espaços clínicos, mas também em casa, as mesmas metodologias de reabilitação, mas através de ambientes de simulação de atividades de vida diária”, disse.

A investigadora acrescentou que esta metodologia “vai permitir que, após a alta, os doentes possam fazer uma melhor transferência daquilo que estiveram a treinar para o seu contexto de vida, como também vai permitir que continuem a fazer o seu treino em casa através de um computador”.

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Administração Regional de Saúde confirma fecho de unidade no Barreiro

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A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT) confirmou hoje que a Unidade de Saúde do Bocage, no Barreiro, vai ser encerrada depois da conclusão do novo Centro de Saúde de Santo António da Charneca.

Em comunicado, a ARS-LVT refere que a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) do Barreiro integra duas extensões de saúde, da Quinta da Lomba e do Bocage, mas que esta última funciona num prédio sem condições.

“A extensão de saúde do Bocage funciona num prédio de habitação adaptado para a prestação de cuidados de saúde, instalações que não reúnem as condições mínimas. A extensão do Bocage conta com cinco médicos, dois dos quais com pedido de aposentação, 14.174 utilizadores e, destes, 6.256 sem médico de família”, salienta.

O documento refere ainda que a extensão de saúde do Bocage está “em grande parte desocupada” devido à transferência de profissionais e utentes para Unidades de Saúde Familiar (USF) que têm vindo a ser criadas no concelho do Barreiro.

Segundo o organismo, a decisão de construção do Centro de Saúde de Santo António da Charneca, que está prestes a ser inaugurado, vem dar resposta às necessidades no concelho.

“Resolve as necessidades de mais espaço, pois encontra-se em funcionamento nas instalações da Quinta da Lomba, e a necessidade de solucionar o problema das instalações da extensão de saúde do Bocage e transferência dos profissionais e utentes para as instalações da Quinta da Lomba”, salienta.

A ARS-LVT explica que a transferência para a Quinta da Lomba permitirá juntar todos os profissionais da UCSP Barreiro “facilitando a intersubstituição e atendimento dos utentes sem médico”.

“Importa ainda realçar que o edifício do Bocage se situa a cerca de três quilómetros do edifício da Quinta da Lomba, área servida por múltiplos transportes. Por outro lado, um número muito significativo de utentes da extensão de saúde do Bocage, cerca de 40%, são residentes noutras freguesias do concelho do Barreiro e mesmo de outros concelhos”, concluiu.

No final da semana passada, algumas centenas de pessoas protestaram contra o encerramento da Unidade de Saúde do Bocage, referindo que é necessário um novo equipamento no local e não a transferência dos utentes.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Alto Seixalinho organizou o protesto e defendeu que a solução deve passar pelo encerramento da unidade do Bocage quando construírem um novo na freguesia, lembrando que existe um terreno cedido pela autarquia para o efeito

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PS questiona encerramento de Centro de Saúde da Trafaria

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Os deputados do PS eleitos por Setúbal questionaram o Governo sobre o encerramento do Centro de Saúde da Trafaria, em Almada, referindo que o centro de saúde para onde foram deslocados os utentes se encontra “sobrelotado”. O PS refere, em comunicado, que em 2013, no âmbito de Reorganização dos Serviços de Saúde, o Centro de Saúde da Trafaria foi “parcialmente desmantelado, esvaziando os inúmeros serviços prestados à população e colocando o Centro a funcionar apenas das 08:00 às 14:00”.

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Moita -Roteiro da Saúde: São precisos mais meios ao serviço da população

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O Presidente da Câmara Municipal da Moita, Rui Garcia, a vereadora com o pelouro da Ação Social, Vivina Nunes, e o presidente da Junta de Freguesia da Moita, João Miguel, visitaram, no dia 4 de fevereiro, o Centro de Saúde da Moita, no âmbito do “Roteiro da Saúde” que está a decorrer, desde dezembro, com visitas e reuniões sobre esta temática.

Confirmando que os problemas existentes nos centros e unidades de saúde já visitados – Baixa da Banheira, Vale da Amoreira e Moita – resultam, essencialmente, da escassez de recursos ao serviço dos profissionais de saúde, Rui Garcia reiterou a importância de o Governo olhar para o setor da saúde como uma prioridade, “restituindo-lhes os meios humanos e materiais necessários para a prestação de um serviço público de qualidade”.

No caso do Centro de Saúde da Moita, a situação mais preocupante prende-se com a existência de 7 mil utentes sem médico de família, uma situação que, conjugada com a decisão do Ministério da Saúde de terminar com o serviço de atendimento permanente, gera dificuldades de acesso ao sistema de saúde por parte dos utentes.

O Presidente da Câmara reafirmou que “é urgente garantir o acesso às diversas especialidades hospitalares”, o que nem sempre é imediato ou que, mesmo em algumas áreas, se torna quase impossível.

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Sofia Cabral, deputada municipal do Barreiro Critica concentração nocturna de especialidades nos Hospitais de Lisboa

26083Sofia Cabral, presidente da Comissão Permanente de Coesão Social da Assembleia Metropolitana de Lisboa, divulgou que – “os hospitais da Área Metropolitana de Lisboa vão deixar de ter nas urgências noturnas as especialidades médicas que forem concentradas nos hospitais de São José e Santa Maria (Lisboa)”.

Sofia Cabral salientou à Lusa que – “a concentração destas especialidades numa única urgência noturna em Lisboa terá um impacto negativo na prestação de serviços de saúde”.

De acordo com declarações à Agência Lusa, de Sofia Cabral, deputada municipal do Barreiro, que integra a Assembleia Metropolitana de Lisboa – “a partir de 2 de Setembro, com a concentração nestas duas unidades das especialidades de oftalmologia e psiquiatria, os hospitais da Área Metropolitana de Lisboa deixarão de ter estas especialidades no período noturno. Isso vai obrigar a que utentes, nomeadamente da península de Setúbal, tenham de se deslocar ou sejam transferidos para Lisboa»

Grave prejuízo à população da margem sul do Tejo

Sofia Cabral, segundo a Lusa, falou à saída do Ministério da Saúde, após uma reunião com o Secretário de Estado da Saúde, Manuel Ferreira Teixeira, na qual a deputada do Barreiro manifestou o seu «desagrado e preocupação» pela medida, que vai «trazer um grave prejuízo» à população da margem sul do Tejo.
A presidente da Comissão, referiu que os doentes vão continuar a dirigir-se aos hospitais, mas caso se trate de uma urgência nocturna nas especialidades que serão concentradas nos dois hospitais de Lisboa, os utentes são reencaminhados para São José ou Santa Maria.

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Trafaria salta para a rua em defesa do centro de saúde

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O Centro de Saúde da Trafaria vai reduzir o horário de funcionamento e perder as consultas para adultos, que passam a ser atendidos no centro da Costa da Caparica. Uma reorganização que fez a população ontem, quinta-feira, sair para a rua em protesto, enquanto a presidente da Junta de Freguesia afirma que a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo “não ouviu o poder local”. Na base desta reorganização está a falta de médicos, alegam os responsáveis de saúde.

Entretanto, já no próximo sábado a Comissão de Utentes da Saúde da Freguesia da Trafaria (CUSFT) vai promover um abaixo-assinado para tentar travar uma reestruturação que “poderá abrir o caminho para encerrar o centro de saúde da freguesia”, infere Glória Pedroso, um dos elementos da comissão que ontem, quinta-feira, 4 de abril, reuniu com o director executivo do Agrupamento de Saúde Almada e Seixal.

“Fomos bem recebidos mas não obtivemos a resposta que esperávamos”, afirma. Os elementos da CUSFT apresentaram as suas razões e queriam ouvir o director do agrupamento, Luís Amaro, garantir que o centro de saúde da Trafaria continuaria a funcionar das 8 horas às 18 horas, em vez de “passar a fechar às 14 horas” e manter as consultas diárias para todos os utentes.

As mesmas questões tinham sido colocadas dias antes pela presidente da Junta de Freguesia, Francisca Parreira, ao mesmo responsável quando “surgiu o rumor que o centro de saúde da Trafaria iria encerrar”. Afirma a autarca que foi “apanhada de surpresa”, mais ainda quando esperava uma reorganização que “desse mais resposta aos utentes”. Mas pelo contrário, viu as duas médicas que ali prestavam serviço serem deslocadas para a freguesia vizinha, da Costa da Caparica.

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