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Festa do Avante! Mais espaço, cultura, alegria e confiança

31 de Julho 2020

Festa do Avante! Mais espaço, cultura, alegria e confiança

O PCP, com toda a responsabilidade, salienta a importância da realização da Festa do Avante de 2020 e apela aos amigos da Festa para que participem e se empenhem no seu êxito.A Festa do Avante! será este ano, como sempre, a maior realização político-cultural do País e, nas condições actuais, assume uma importância ainda maior. O projecto, funcionamento e programa da Festa, centrado na música portuguesa, são elementos distintivos que importa valorizar.Tomando as medidas de prevenção e protecção que continuam a impor-se, a Festa de 2020 assume-se como um estímulo à cultura, à arte, ao desporto, ao lazer, à intervenção política, à solidariedade, à fruição da vida, hoje ainda mais essencial à saúde, ao bem estar, à confiança num futuro melhor para os trabalhadores e as populações.

Publicado por PCP – Partido Comunista Português em Sexta-feira, 31 de julho de 2020

PCP – Partido Comunista Português 

O PCP, com toda a responsabilidade, salienta a importância da realização da Festa do Avante de 2020 e apela aos amigos da Festa para que participem e se empenhem no seu êxito.A Festa do Avante! será este ano, como sempre, a maior realização político-cultural do País e, nas condições actuais, assume uma importância ainda maior.O projecto, funcionamento e programa da Festa, centrado na música portuguesa, são elementos distintivos que importa valorizar.Tomando as medidas de prevenção e protecção que continuam a impor-se, a Festa de 2020 assume-se como um estímulo à cultura, à arte, ao desporto, ao lazer, à intervenção política, à solidariedade, à fruição da vida, hoje ainda mais essencial à saúde, ao bem estar, à confiança num futuro melhor para os trabalhadores e as populações.

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Seixal investe mais de um milhão de euros na construção de Loja do Cidadão

Por Redação S+ Imagem DR -30 de Julho, 2020

A câmara do Seixal vai investir mais de um milhão de euros na construção da primeira Loja do Cidadão do concelho, a instalar na Amaro, e evitará a deslocação dos residentes a Setúbal ou a Lisboa.

“Embora as Lojas do Cidadão sejam uma responsabilidade do Governo, a autarquia do Seixal vai investir mais de um milhão de euros nas obras de instalação da loja e na aquisição de mobiliário e equipamentos”, revelou o município, em comunicado.

Na visão da autarquia, só desta forma “será possível tornar esta aspiração numa realidade”, até porque o equipamento é uma prioridade para o concelho que não tem nenhuma infraestrutura do género. “Este é um equipamento essencial para a população, pois aproxima os serviços do Estado, evitando deslocações para Lisboa ou Setúbal”, indicou.

Segundo a câmara do Seixal, a infraestrutura vai localizar-se no edifício Alentejo, na Amora, onde também se situará a Loja do Munícipe da Amora, o Espaço Cidadão, os serviços do Instituto da Segurança Social, do Instituto dos Registos e Notariado e da Autoridade Tributária, criando “33 postos de trabalho em front office“.

Esta decisão foi aprovada em reunião do executivo, na quarta-feira, onde também foi validada a adjudicação da empreitada à empresa Teixeira, Pinto & Soares, pelo preço contratual de cerca de 1,1 milhões de euros. Já o prazo de execução é de 273 dias, pelo que a obra deverá estar concluída entre abril e maio do próximo ano.

De acordo com o município, em janeiro de 2018 foi celebrado um protocolo com a Agência para a Modernização Administrativa, o Instituto dos Registos e Notariado, a Autoridade Tributária e Aduaneira e o Instituto da Segurança Social, que “define os direitos e obrigações das partes e manter-se-á em vigor pelo prazo de 15 anos, contados a partir da data de abertura da loja”.

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PS Seixal CONTRA o apoio municipal à realização da Festa do Avante 2020

30 Julho 2020

✊PS Seixal CONTRA o apoio municipal à realização da Festa do Avante 2020 👎Pela salvaguarda:👉 dos munícipes;👉 dos trabalhadores da Câmara Municipal;👉 dos profissionais de saúde; 👉 dos (outros) agentes de primeira linha no combate à COVID-19;👉 dos operadores de atividades económicas. #2021esperapornós#psseixal

Publicado por Marco Teles Fernandes em Quinta-feira, 30 de julho de 2020

Pela salvaguarda:

👉 dos munícipes

;👉 dos trabalhadores da Câmara Municipal;

👉 dos profissionais de saúde;

👉 dos (outros) agentes de primeira linha no combate à COVID-19;

👉 dos operadores de atividades económicas.

PS Seixal CONTRA apoio municipal à Festa do Avante

O PS Seixal não é contra a Festa do Avante.

O PS Seixal é contra a realização da festa no presente ano, sobretudo com apoios humanos e materiais por parte da Câmara Municipal do Seixal.Mais, queremos que o nosso sentido de voto sinalize o alarme social das populações.Queremos:– proteger as populações de ajuntamentos com riscos de contágio;– salvaguardar os funcionários da Câmara Municipal do Seixal dos participantes do evento, como da exposição destes perante a eventual insatisfação de populares;– salvaguardar os profissionais de saúde que evitam, a todo o custo, o risco de uma segunda vaga pandémica;– salvaguardar as atividades económicas que vêem-se na contingência de poder fechar para estarem resguardadas das aglomerações de pessoas nos seus espaços ou envolvente;– apaziguar o alarme social geral.É função do PSSeixal preocupar-se pelas causas da sua população. É dever do PSSeixal votar contra esta iniciativa.Contudo, a mesma foi aprovada, com os votos a favor da CDU (PCP-PEV) e abstenção do (Bloco de Esquerda).Queremos continuar a zelar por si…

#2021esperapornós

#PSSeixal

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Câmara Municipal do Seixal aprova 375 mil euros para movimento associativo Lança obra do Parque Metropolitano da Biodiversidade

21 de Maio 2020

A Câmara Municipal do Seixal aprovou hoje, em reunião de câmara, a atribuição de várias comparticipações financeiras para apoio ao movimento associativo e instituições, no valor total de 375 706 euros. Este apoio da autarquia é mais uma medida para combater os efeitos da crise causada pela pandemia covid-19, que também atingiu coletividades e outras associações do concelho.

O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, referiu a este propósito que “sabemos da dificuldade por que passam as nossas coletividades e associações e, por isso, estas verbas serão fundamentais neste momento de crise, que iremos pagar na totalidade no mês de junho, como mais uma medida extraordinária de apoio”.

Nesta reunião de câmara foi também aprovado o lançamento do concurso público para a empreitada do Parque Metropolitano da Biodiversidade, no valor de 626 706,10 euros. O Parque Metropolitano da Biodiversidade, na Verdizela, freguesia de Corroios, pela sua dimensão e localização, assumirá um papel importante na estrutura verde e de recreio do concelho do Seixal, estendendo-se nesta 1.ª fase por cerca de 7 hectares. No futuro, com uma área total de 400 hectares, será o segundo maior parque urbano da Área Metropolitana de Lisboa, depois de Monsanto.

Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, afirmou que “esta 1.ª fase marca o início de um grandioso parque urbano para a população do concelho do Seixal, mas também da Área Metropolitana de Lisboa”.

O parque contemplará percursos pedonais e de bicicleta e fará ligação à Rede de Trilhos de Interpretação Ambiental do Município do Seixal. No local haverá também uma zona de estadia com bancos e mesas e um Espaço de Interpretação e Educação Ambiental, com uma área multiusos que dará apoio aos utentes do parque. Será também criado um pequeno charco biológico que permitirá a visualização de anfíbios em ações de educação ambiental. Todo o parque será acessível a pessoas com mobilidade reduzida.

A proposta de criação de um Parque Metropolitano da Biodiversidade neste lugar é substanciada pela existência, proximidade e ligação a habitats classificados associados a estas zonas húmidas. A valorização destas áreas e a sua proteção é o objetivo principal deste parque, através da requalificação e recuperação da vegetação existente, potenciando a regeneração natural.

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Seixal cria espaço de apoio ao Hospital Garcia de Orta

Por Redação S+ Imagem DR -9 de Abril, 2020

A falta de um hospital funcional no concelho do Seixal está a levar os doentes de Covid-19 para Almada.

A Câmara Municipal do Seixal criou um espaço com cerca de 700 metros quadrados que servirá para acolher equipamentos de combate à pandemia de Covid-19 e, em simultâneo, permitirá auxiliar toda a estrutura instalada no Hospital Garcia de Orta, em Almada.

Este novo espaço tem um piso isolante e instalação elétrica, conforme disse o presidente do município, Joaquim Santos, que aproveitou ainda a ocasião para lembrar que a população do Seixal é obrigada a recorrer ao Garcia de Orta por ainda não possuir no seu concelho o hospital que há muitos anos vem sendo reclamado junto dos vários Governos.

A Câmara do Seixal tem já a funcionar o Centro de Acolhimento Temporário, no Pavilhão Municipal da Torre da Marinha, destinado a pessoas que necessitam de se manter isolada e não disponham de condições para tal. Também já estão a funcionar o Centro de Apoio para Grupos de Reforço de Bombeiros, no edifício dos serviços operacionais da Câmara, e o centro de Acolhimento Temporário para Sem-Abrigo, no pavilhão da Escola Secundária Manuel Cargaleiro.

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O rio Tejo é ligação e não barreira

VÍTOR BELANCIANO 12 de Janeiro de 2020

Esta semana falou-se de uma Rede Cais do Tejo. Altura de voltar a olhar para o rio, não como algo estático, como se fosse uma barreira, mas como o fluxo vital de uma grande unidade urbana, capaz de ligar as diferentes margens.

Foi no início de Dezembro passado, numa animada conversa no âmbito do lançamento do livro BRR 2018, que traça um retrato das dinâmicas socioculturais da cidade do Barreiro na actualidade, resultado de um trabalho de co-criação entre académicos, agentes locais ou jornalistas, para o qual também contribui. Às tantas a discussão foi ter à forma como o rio Tejo, que separa o Barreiro de Lisboa, era sentido e percepcionado.

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E o debate começou logo aí. A tentação é dizer que o rio constituiu obstáculo. Raramente pensamos no contrário, que o rio une. E é isso que também acontece. A cultura dominante até agora tem sido olhar o rio como se fosse barreira. É por isso que são recorrentes as conversas em torno da possibilidade de construção de uma terceira ponte. Raramente se olha para as potencialidades intrínsecas do rio como eixo de ligação. E não é um problema do Barreiro. É também de Lisboa e de todas as localidades que perfazem o arco ribeirinho, da Trafaria a Alcochete, passando por Cacilhas, Seixal, Montijo e outras.

Sou daqueles que gostariam de um dia ver o Tejo cheio de barcos dos mais diversos formatos e feitios, transitando entre margens, correspondendo a uma verdadeira aposta política, em vez da circulação remediada da actualidade. Foi por isso com satisfação que esta semana li que existe um projecto de criação de uma Rede Cais do Tejo, que prevê a reabilitação de treze pontos de acostagem em cinco concelhos. O objectivo é facilitar o transporte de passageiros em pequenas embarcações, entre Lisboa e a margem Sul, como meio de transporte público ou privado, turístico ou de lazer, colectivo ou individual.

Ficou a ideia que o recreio e o turismo seriam os grandes objectivos, em detrimento da circulação regular a preços acessíveis. Seria um erro e um desperdício se assim fosse. O centro geométrico da região de Lisboa é o Barreiro. Só o desvirtuamento da economia ao longo dos anos explica porque é que não existe uma rede intensa de comunicação de um lado para o outro. São inúmeros os exemplos no mundo onde o rio funciona como congregação urbana, criando unidades metropolitanas. Claro que a navegação cruzada, por si só, não chega. É preciso existir vontade política, articulação económica e construções culturais que projectem os diferentes lugares. Não é preciso inventar.

As potencialidades estão lá, do Barreiro ao Seixal, ao nível da memória, da dinâmica cultural, da gastronomia, do património, dos espaços inexplorados, das ideias de comunidade e do ambiente experimental urbano. Falta activar com inteligência.

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Violento incêndio consome armazéns com ‘bens penhorados’ no Seixal

Edifícios localizam-se na zona industrial de Pinhal de Frades

click aqui para ver o vídeo https://www.cmjornal.pt/multimedia/videos/detalhe/violento-incendio-consome-armazens-com-bens-penhorados-no-seixal

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Jovem detido por atacar PSP à pedrada no Bairro do Jamaica

Vídeo mostra violência no Seixal. Polícia adianta que foi chamada ao local por haver “uma desordem”.

vídeo de::::> Eurica Baixinha Boa Morte

Uma intervenção da PSP no bairro do Jamaica, no Seixal, na manhã deste domingo, obrigou ao uso da força por parte das autoridades. De acordo com moradores na zona, que filmaram a situação, três pessoas da mesma família foram agredidas à bastonada durante essa intervenção, no final de uma festa, que terminou já de manhã. A PSP adianta que foi chamada ao local por haver “uma desordem” que envolvia indivíduos do sexo feminino e ao chegar “os elementos policiais foram recebidos à pedrada”. Um agente da PSP foi atingido na boca e necessitou de tratamento hospitalar. “Um agente ficou ferido e em sequência houve uma intervenção na qual foi usada a força necessária para parar o ataque”. O jovem que arremessou a pedra, de 31 anos, foi detido. Fonte oficial da PSP adianta ainda que “o vídeo posto a circular na Internet apenas mostra parte do que aconteceu”. “Não filmaram os momentos anteriores à intervenção policial, que demonstram a forma como os elementos policiais foram recebidos e atacados”, acrescenta-se. “A PSP exerceu a sua autoridade e agiu em legítima defesa para manter a detenção e defender-se dos ataques violentos”, adiantou.

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“Foi anunciado há pouco tempo o realojamento das pessoas que aqui vivem, melhor dizendo sobrevivem sem nenhumas condições. A julgar por estas imagens, ainda muito falta para que isso seja uma realidade. Não compreendo e muito menos aprovo este tipo de intervenção por parte das autoridades policiais e duvido que uma parte dessas autoridades também concordem. O homem vestido de azul que é agredido logo no início é inexplicável. A partir daí é tudo muito mau.”
Luís Filipe

Enfermeiros do centros de saúde de Almada e Seixal interrompem greve devido à gripe

18/01/2019

Os enfermeiros estão a lutar pelo direito às 35 horas de trabalho.

Os enfermeiros dos centros de saúde de Almada e Seixal, no distrito de Setúbal, vão manter a greve ao fim de semana, no atendimento complementar, mas decidiram esta sexta-feira abrir uma exceção para o “período da gripe”, informou fonte sindical. “Atendendo a tudo o que se passa neste momento com as questões da gripe, aos apelos que a população tem feito e à falta que os enfermeiros fazem neste tipo de atendimento, os enfermeiros farão uma exceção ao fim de semana e irão garantir este atendimento, mas exclusivamente no período da gripe, das 17h00 às 22h00”, explicou à Lusa a dirigente nacional do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP). Zoraima Cruz Prado falava após um plenário com os profissionais de saúde, onde houve uma votação e foi decidido que a greve aos fins de semana e feriados não afetaria o Plano de Contingência da Gripe. Apesar desta exceção, a dirigente sindical referiu que a greve no atendimento complementar se mantém, porque “não foram atendidas as reivindicações dos enfermeiros”, e que a paralisação “não tem data para terminar”. Os enfermeiros do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Almada e Seixal encontram-se em greve desde 1 de dezembro devido à “atitude inflexível” da direção executiva, que determinou que o atendimento complementar aos fins de semana e feriados fosse “prestado no horário normal de trabalho”. Os enfermeiros estão, assim, a lutar pelo direito às 35 horas de trabalho e para que o atendimento complementar passe a ser considerado “horas extra”, como acontece com os restantes grupos profissionais.

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Seixal – Autarquia aprova tomada de posição pela resolução dos problemas da Transtejo

Câmara quer assumir a gestão do parque de estacionamento do Terminal Fluvial do Seixal

A Câmara Municipal do Seixal aprovou hoje, em reunião de câmara, uma tomada de posição pela melhoria do serviço público de transporte prestado pela Transtejo.

O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, lembrou que “desde janeiro de 2011, a Transtejo tem vindo a suprimir as carreiras que ligam o Seixal ao Cais do Sodré, prejudicando os munícipes que utilizam diariamente.

No que se refere à tomada de posição, entende a autarquia que o transporte fluvial no rio Tejo assume uma enorme e estratégica importância na mobilidade das populações da Área Metropolitana de Lisboa, estando constantemente a ser posto em causa por uma política assente na redução do número de trabalhadores e das ações de manutenção regular das frotas da Transtejo, conduzindo a vários cortes na oferta de transporte e à recorrente supressão de carreiras programadas.

O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, lembrou que “desde janeiro de 2011, a Transtejo tem vindo a suprimir as carreiras que ligam o Seixal ao Cais do Sodré, prejudicando os munícipes que utilizam diariamente este meio de transporte nas suas deslocações, forçando-os a procurar alternativas, entre as quais o transporte próprio, com todos os inconvenientes que tal acarreta. O problema agudizou-se ainda mais recentemente, tendo em conta que o transporte fluvial Seixal-Lisboa e Lisboa-Seixal é efetuado apenas por uma embarcação, resultando em cortes diários de várias ligações”.

O autarca acrescentou ainda que “esta é uma situação conhecida, debatida, identificada e repleta de promessas sem que nada tenha sido feito, apesar das várias reuniões e reivindicações das comissões de utentes e da autarquia, e de, em junho de 2017, o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa, promessa que o Governo veio a reiterar em 2018”.

No documento aprovado, a autarquia exorta o Governo a intervir de forma eficaz neste processo e a avançar para a aquisição urgente de embarcações capazes de garantir a regularidade das ligações fluviais entre o Seixal e Lisboa, sendo que até lá é fundamental que se colmate a insuficiência de barcos da Transtejo através do recurso a soluções de curto prazo que resolvam o problema. É ainda solicitado que a Câmara Municipal do Seixal possa assumir a gestão do parque de estacionamento do Terminal Fluvial do Seixal, exigindo tratamento idêntico ao adotado para o Cais do Seixalinho, no Montijo.

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