Tag: Urgências

Setúbal – Utente apanha médico a dormir na Urgência

MEDICO

Ana Bravo gravou o momento e partilhou-o nas redes sociais

Ana Bravo, de 47 anos, nem queria acreditar quando encontrou a dormir o único médico da Urgência do Hospital São Bernardo (Setúbal) na madrugada desta quinta-feira. Ao fim de mais de uma hora à espera, sem que ninguém fosse chamado ao gabinete, Ana foi procurar uma resposta. Incrédula, agarrou no telemóvel e gravou em vídeo o médico que ressonava.

“Apresentei logo queixa e uma funcionária até me disse para o ir acordar. Fui ao gabinete, dei dois murros na porta e ainda me repreenderam por estar a fazer barulho. Então e nós que estávamos à espera de ser atendidos, cheios de dores?”, questiona Ana Bravo, que foi transportada pelo INEM por volta das 4 da madrugada com fortes dores devido a uma queda.

O Correio da Manhã confrontou o Centro Hospitalar de Setúbal, ao qual pertence o Hospital de São Bernardo. Fonte da unidade garante que “vai averiguar em que circunstâncias ocorreu o relatado e atuar em conformidade”.

Um caso semelhante registou-se na madrugada de 28 de julho no Hospital de Faro. Um médico ortopedista, ao serviço na Urgência da unidade, foi encontrado a dormir. Os outros dois estavam incontactáveis, deixando o serviço sem cirurgias. A Ordem dos Médicos e a administração do hospital abriram inquéritos ao episódio.

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HGO Utentes contra fecho nocturno das urgências

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As Comissões de Utentes de Saúde da Península de Setúbal criticaram o eventual encerramento das urgências polivalentes do Hospital Garcia de Orta (HGO) no período nocturno e apelaram à luta das populações contra a concretização desta medida.

“Exortamos à mobilização das populações e dos utentes para que esta medida não vá para a frente”, disse à agência Lusa Luísa Ramos, em representação das Comissões de Utentes da Saúde da Península de Setúbal.

O apelo surge na sequência das declarações do presidente da Administração Regional de Saúde, que admitiu a possibilidade de encerramento dos serviços de urgência polivalentes dos hospitais Garcia de Orta (Almada) e S. Francisco Xavier (Lisboa) durante o período nocturno.

De acordo com um comunicado das comissões de utentes, a assistência médica em situações agudas das populações da Península de Setúbal, designadamente de Almada, Seixal e Sesimbra, seria, assim, transferida para as urgências dos hospitais de Santa Maria e de São José, em Lisboa.

“Seria voltarmos à situação de antes do 25 de Abril e da construção do Garcia de Orta, em que os doentes tinham de se deslocar a Lisboa. É uma situação inaceitável”, disse Luísa Ramos.

“Num quadro em que encerram os SAP (Serviços de Atendimento Permanente), os Centros de Saúde encerram às 20:00, se porventura há uma reorganização nas urgências do HGO, que é, neste momento, o único acesso para milhares de utentes que não têm médico de família, é um retrocesso escandaloso”, considerou.

Veja mais em :::> Jornal da Região

Almada – Utentes contra fecho nocturno das urgências

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As Comissões de Utentes de Saúde da Península de Setúbal criticaram o eventual encerramento das urgências polivalentes do Hospital Garcia de Orta (HGO) no período nocturno e apelaram à luta das populações contra a concretização desta medida.

“Exortamos à mobilização das populações e dos utentes para que esta medida não vá para a frente”, disse à agência Lusa Luísa Ramos, em representação das Comissões de Utentes da Saúde da Península de Setúbal.

O apelo surge na sequência das declarações do presidente da Administração Regional de Saúde, que admitiu a possibilidade de encerramento dos serviços de urgência polivalentes dos hospitais Garcia de Orta (Almada) e S. Francisco Xavier (Lisboa) durante o período nocturno.

De acordo com um comunicado das comissões de utentes, a assistência médica em situações agudas das populações da Península de Setúbal, designadamente de Almada, Seixal e Sesimbra, seria, assim, transferida para as urgências dos hospitais de Santa Maria e de São José, em Lisboa.

“Seria voltarmos à situação de antes do 25 de Abril e da construção do Garcia de Orta, em que os doentes tinham de se deslocar a Lisboa. É uma situação inaceitável”, disse Luísa Ramos.

“Num quadro em que encerram os SAP (Serviços de Atendimento Permanente), os Centros de Saúde encerram às 20:00, se porventura há uma reorganização nas urgências do HGO, que é, neste momento, o único acesso para milhares de utentes que não têm médico de família, é um retrocesso escandaloso”, considerou.

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Caos nas urgências hospitalares – Câmara de Almada exige responsabilidades ao Ministério da Saúde

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. Em Almada, no Hospital Garcia de Orta, a autarquia lamenta a morte de um cidadão com cerca de 60 anos e de uma cidadã com 89 anos de idade

“A Câmara Municipal de Almada entende que é chegado o momento do Ministério da Saúde, ao mais alto nível, e do Governo no seu conjunto, assumirem publicamente as suas responsabilidades relativamente à intolerável situação que se verifica” – refere em comunicado Joaquim Miguel Judas, Presidente da Câmara Municipal de Almada.

Câmara de Almada exige responsabilidades ao Ministério da Saúde

A Câmara Municipal de Almada tem vindo a acompanhar com extrema preocupação as notícias vindas a lume em diferentes órgãos de comunicação social, relativas a um elevado e inusitado número de falecimentos de cidadãos ocorridos nos serviços de urgência em diversos hospitais do País, em situações de espera que se prolongam muitas horas para além do período de tempo aceitável para serviços daquela natureza.
Em Almada, no Hospital Garcia de Orta, registaram-se na última semana duas situações como a descrita, lamentando-se a morte de um cidadão com cerca de 60 anos e de uma cidadã com 89 anos de idade.
Estas notícias, e estas ocorrências a todos os títulos lamentáveis e incompreensíveis, revelam uma profunda desumanização que neste momento afeta de forma dramática o desempenho dos serviços de prestação de cuidados de saúde às populações.
A Câmara Municipal de Almada entende que é chegado o momento do Ministério da Saúde, ao mais alto nível, e do Governo no seu conjunto, assumirem publicamente as suas responsabilidades relativamente à intolerável situação que se verifica.

O Presidente da Câmara Municipal de Almada
Joaquim Estêvão Miguel Judas

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Morto nas urgências de Almada

Bastonário da Ordem dos Médicos vai denunciar mais casos à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde.

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m homem com cerca de 60 anos morreu neste domingo, no serviço de urgência do Hospital Garcia de Orta, em Almada, à espera de ser visto por um médico após a realização da triagem. Esta é já a quinta morte verificada nas urgências dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde em três semanas por alegada falta de atendimento. José Manuel Silva, bastonário da Ordem dos Médicos, revelou ontem ao CM que vai denunciar à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde mais óbitos por falta de assistência médica: “Isto só acontece pela falta de profissionais nas urgências.” O homem, segundo fonte do CM, esteve três horas à espera para ser visto por um médico, após ter recebido a pulseira amarela na triagem. A situação agravou-se e um enfermeiro, que passou pelo homem, ainda procurou reanimá-lo. Acabou, segundo apurou o CM, por morrer com um enfarte maciço, com rutura do músculo cardíaco. O hospital, ao CM, diz estar a averiguar a situação. Os atrasos fizeram-se ontem sentir no Hospital de Santarém, com esperas de quase uma hora só para a triagem, doentes com pulseira amarela que aguardam entre seis e sete horas para serem vistos por um médico e dezenas de ambulâncias retidas à espera de macas.

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Almada – Urgências com tarde de caos

Dezenas de utentes enchiam ontem o Serviço de Urgência do Hospital Garcia de Orta.

04.01.2015
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O Serviço de Urgência do Hospital Garcia de Orta, em Almada, estava ontem repleto de utentes que aguardavam para serem atendidos. Às 19h30, eram 48 os doentes à espera de uma consulta. A maioria tinha pulseira amarela – o terceiro nível de triagem mais grave em cinco – e o tempo previsto de espera era de duas horas e 51 minutos. Filipa Torres, de 50 anos, que se encontrava a acompanhar um vizinho, estava à espera desde as 15h30. Quatro horas depois ainda tinha cinco pessoas à sua frente. O homem, de 74 anos, teve alta hospitalar há cerca de uma semana, após uma cirurgia à bexiga, e recebeu pulseira amarela por se encontrar “a urinar sangue”, revelou Filipa Torres, dando conta de que o caos ao início da tarde era muito maior. Vera Silva, de 38 anos, entrou nas Urgências de Almada com dores e vómitos por volta das 17h00, mas já se mentalizava ao cair da noite para uma longa espera. “Na triagem disseram- -me que podia ter de esperar até seis horas”, lamentou. O caos chegou também às Urgências do Hospital de Évora, com utentes a contabilizarem mais de 18 horas de espera para serem atendidos. Fonte da unidade de saúde alentejana avançou que a demora se deveu a um desfalque nas equipas médicas entre ontem e sexta-feira. Nos hospitais do Porto, a situação era tranquila.

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Hospital Garcia de Orta nega caos no serviço

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Utentes tiveram de esperar várias horas para serem atendidos no serviço de urgência.

O Hospital Garcia de Orta, em Almada, recusou ontem que se tenha vivido o “caos” no serviço de urgência e rejeitou o “alarmismo que se está a criar” nos últimos dias devido ao tempo de espera.

Anteontem, foram muitos os utentes que tiveram de esperar várias horas para serem atendidos na urgência. Contudo, a administração do hospital nega que o serviço estivesse à beira da rutura. “Apesar do pico que ocorreu entre as 16 horas e as 21 horas [de sábado], em que a espera chegou a atingir um pouco mais de sete horas, devido a um conjunto de situações graves, a situação nem de perto justifica que se fale em caos nas urgências”, refere o hospital em comunicado.

Cláudia Martins foi uma das utentes que lamentou ao CM o tempo que esperou para que mãe, Dina Martins, de 60 anos, diabética, fosse atendida. “Tivemos pulseira às 11h20. Já passava das 16h00 quando tive de entrar pelas urgência dentro. A minha mãe estava a desfalecer depois de tantas horas e já escorregava pela cadeira. Ninguém fazia nada. Os estados de doença evoluem e na última medição, o colesterol já ultrapassava os 400”, referiu ao CM a utente.

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